terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Dois milhões de pessoas abrangidas pelo apagão analógico desta quarta-feira

Na quarta-feira, às 11 horas, vão ser desligados o emissor analógico de televisão de Monsanto e os retransmissores do Areeiro, Barcarena, Caparica, Carvalhal, Cheleiros, Estoril, Graça, Montemor-o-Novo, Odivelas, Sintra, Malveira, Sobral de Monte Agraço, Coruche e Cabeção.
Este desligamento abrange dois milhões de pessoas dos distritos de Évora, Lisboa, Setubal, Santarém e Setúbal e é o maior apagão previsto para a primeira fase da migração para a TDT que abrange toda a faixa litoral de Portugal continental.
A ANACOM aconselha, mais uma vez, todos os telespetadores que ainda não tomaram medidas para proceder à migração que verifiquem previamente se estão numa zona de cobertura terrestre ou numa zona de cobertura digital. Esta verificação pode ser feita através da linha gratuita 800 200 838 ou do site www.tdt.telecom.pt.
As informações recolhidas junto da população, no início do mês, mostravam que cerca de 70% dos telespetadores já tinham feito a migração, e cerca de 20% contava fazê-lo a tempo do desligamento. As vendas de descodificadores e aparelhos de televisão compatíveis com a Norma MPEG 4 aumentou substancialmente no final do ano passado. No total foram vendidos mais de 800 mil televisores adaptados para a TDT e mais de 420 mil descodificadores. Dos televisores vendidos, metade terão sido comprados por pessoas que precisavam de migrar para a TDT.
Ainda assim e pelo universo de pessoas abrangidas pelo desligamento de quarta-feira, cerca de dois milhões, a ANACOM alerta para a necessidade de as pessoas se preparem atempadamente para a TDT, reduzindo assim os riscos de ficarem temporariamente sem televisão. Nalguns casos poderá ser necessário reorientar as antenas, e algumas pessoas poderão necessitar de recorrer a serviços técnicos para o fazer, pelo que se deixarem para o último momento poderão ficar sem ver televisão.
O desligamento do emissor analógico de Monsanto é o terceiro da primeira fase do switch-off analógico, depois de Palmela e da Fóia (Monchique). No total, estes três desligamentos abrangem perto de 3 milhões de pessoas.

IN: ANACOM

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Grande Reportagem TDT no Alentejo: Vila de Pias (Serpa) admite voltar aos tempos áureos da Rádio e colocar de parte a Televisão

TDT em Pias. A maioria da vila está em zona sombra


A três meses do apagão analógico final em Portugal, cerca de 20% da população da vila de Pias, concelho de Serpa, Baixo Alentejo,  migrou para a TDT.  Já são visíveis algumas antenas TDT naquela localidade. Pias é uma freguesia portuguesa do concelho de Serpa, com 163,68 km² de área e 3 036 habitantes (2001). Densidade: 18,5 hab/km². É de lamentar algumas das zonas sombras da vila, com um emissor a apenas 15 km da vila. A população para além de assistir à fraca emissão digital portuguesa disponibilizada via terreste,
tem a hipótese de beneficiar gratuitamente de cerca de 38 canais da TDT espanhola, a custo zero. Nas zonas sombra, o sinal, mesmo amplificado ronda os 15%, com cablagem direta da antena ao recetor. Em dias de chuva ou nevoeiro, não existe sinal terreste nessas zonas. A muito custo estão a ser instalados recetores para receção da TDT através da opção DTH (Satélite Hispasat), com custos muito mais elevados. Após algumas conversas com a povoação, o TDT no Alentejo, pôde apurar que a população mais idosa, não vai migrar para a TDT, vai adaptar-se sim novamente à emissão de rádio, alegando que os custos para a migração são elevados e incomportáveis para a maioria dos inquiridos. Após algumas notícias vindas a público, de contrainformação sobre o fim da televisão se não existir uma adesão a um operador pago, alguns habitantes da região estão a divulgar a informação de como se pode ter a TDT
sem custos mensais e alertar para a vinda de comerciais com o intuito de convencer à adesão do serviço pago de televisão.


TDT em Pias: Maioria dos habitantes aponta antenas a Espanha, já que a portuguesa não tem praticamente sinal



Se compararmos com uma das povoações de Espanha, verifica-se que Rosal de la Frontera, a 2 quilómetros da fronteira portuguesa, junto a Vila Verde de Ficalho, atualmente está a usufruir a 100% da televisão digital, através dos emissores espanhóis de Almonaster La Real, a cerca de 60km de distância (em área de relevo - Serra de Aracena e Picos de Aroche) e de um repetidor instalado num dos pontos altos da povoação.  Enfim, temos outra cultura e outras políticas que a Portugal não interessa minimamente.


TDT em Rosal de La Frontera: Povoação tem 100% de cobertura digital - Ao fundo, à direita das antenas de rede móvel, retransmissor TDT para a aldeia espanhola


Portugal não quer saber dos seus cidadãos nesta campo. Quatro canais miseráveis, sinal terrestre de TDT fraco ou inexistente na maioria das zonas, altos investimentos para receção via satélite... em Espanha, por muito pequena que seja a localidade, ou isolada, a TDT via terrestre está lá, com cerca de 40 canais gratuitos. O Governo espanhol, ao contrário do português, não vira as costas ao seu povo!

Imagens: José Moreira - TDT no Alentejo

sábado, 28 de janeiro de 2012

Próximo ‘apagão’ afecta 400 mil

O próximo ‘apagão’ do sinal analógico, marcado para 1 de Fevereiro, vai desligar o emissor de Monsanto e atingir 40 concelhos nos distritos de Évora, Lisboa, Portalegre, Santarém e Setúbal.

Centro emissor de Monsanto

De acordo com fonte da ANACOM, a área conta com mais de dois milhões de habitantes, mas cerca de 80% destes são clientes de TV paga. Assim, são 400 mil as pessoas que têm de migrar para a Televisão Digital Terrestre (TDT). A mesma fonte diz que, no início de Janeiro, 70% das pessoas na região litoral já tinham feito a migração e que 20% tinham intenção de o fazer. Ou seja , sobram 40 mil pessoas que correm o risco de ficar sem emissão dos quatro canais.
Ontem, a ANACOM informou ainda que cerca de 50% da população do Interior do País, que vai sofrer o ‘apagão’ analógico apenas a 26 de Abril, já fez a migração para o digital.
Questionado sobre a cobertura da Televisão Digital, Eduardo Cardadeiro, administrador da ANACOM, que esteve ontem em Beja reunido com autarcas da região, afirmou que com a TDT "não há situações de sinal fraco ou sem qualidade". Fonte do regulador, em declarações à Lusa, revelou ainda que só a Portugal Telecom pode colocar retransmissores de TDT em zonas de sombra e é ilegal se alguém o fizer sem autorização.
De recordar que em Orbacém, Caminha, a Junta gastou cerca de sete mil euros na instalação de um retransmissor. Já em Paredes de Coura e Monção, as respectivas câmaras estão a estudar essa hipótese. 

IN: Correio da Manhã

Anacom garante cobertura da TDT em todo o País

A Autoridade Nacional de Comunicação (ANACOM) garantiu nesta sexta-feira que todo o País está coberto pela rede de Televisão Digital Terrestre (TDT).

 Eduardo Cardadeiro - Administrador da ANACOM

Segundo o administrador Eduardo Cardadeiro, que não tem acesso pela via terrestre pode receber o sinal digital por satélite.
“Não há situações de sinal fraco ou sem qualidade. Isso era uma realidade da televisão analógica. A TDT cobre 90 por cento do território via terrestre e os restantes 10 por cento por satélite”, referiu o responsável em Beja após um encontro com autarcas da região.
Eduardo Cardadeiro referiu ainda que só um por cento das pessoas que migraram para a TDT apresentaram problemas e alertou as famílias a procurar informação em “instituições credíveis” para não se deixarem enganar por “gente com menos escrúpulos”. 

IN: Correio da Manhã

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

TDT: Um quarto do concelho de Odemira com sinal "fraco ou inexistente", autarca quer solução

Emissor TDT de Odemira - Foto: José Moreira

Cerca de um quarto do território do concelho de Odemira, onde vivem “quatro mil pessoas”, a maioria idosos isolados, está “com problemas” para receber o sinal da Televisão Digital Terrestre (TDT), denunciou hoje o autarca local.

“As coisas estão muito más. Temos um conjunto de freguesias muito afetado” e “as pessoas, mesmo comprando os aparelhos [descodificadores], estão com problemas de ligação”, afirmou à Agência Lusa José Alberto Guerreiro, presidente do município.

Odemira, no distrito alentejano de Beja, é um dos concelhos onde a TDT substituiu o sinal analógico de televisão, com o desligamento, na última segunda-feira, do emissor da Fóia (Algarve) e de vários retransmissores.

Segundo o presidente da câmara municipal, o sinal de TDT “é fraco ou inexistente” em “cerca de 25 por cento do território”, afetando sobretudo as freguesias serranas de S. Teotónio, S. Luís e Sabóia, com “cerca de quatro mil” habitantes.

“Em S. Luis, não há sinal em grande parte da freguesia” e, em S. Teotónio, a zona mais afetada “é a faixa junto à ribeira de Odeceixe e a sede de freguesia”, exemplificou.

José Alberto Guerreiro manifestou-se “muito preocupado” com a situação porque, apesar da “orografia difícil” do concelho, com zonas de serra, o processo da TDT “foi preparado durante meses”.

“Avisámos a ANACOM de que tínhamos algumas zonas em que receávamos que isto viesse a acontecer. As entidades sabiam e, por isso, a situação não é admissível”, afiançou.

O autarca disse à Lusa que, na sexta-feira, em Beja, vai aproveitar uma reunião agendada com a ANACOM para “exigir que os problemas sejam resolvidos”, até porque a maioria da população do concelho, referenciado pela elevada taxa de suicídio, é “idosa, vive isolada e a televisão é a grande companhia”.

Dada a “dimensão do problema”, o que tem de ser feito, defendeu, é “a colocação de antenas retransmissoras em Sabóia, S. Luís e S. Teotónio”, porque “não é justificável, neste momento de crise, obrigar as pessoas a este repentino esforço financeiro”.

“Não se pode exigir a todas estas pessoas, que têm poucos recursos e vivem da sua reforma, que comprem pratos [de satélite]”, frisou.

Contactado pela Lusa, o presidente da Junta de Freguesia de S. Teotónio, José Manuel Guerreiro, confirmou que “há muitas pessoas que não conseguem apanhar a TDT”, havendo povoações, como Vale de Juncal, com cerca de 40 moradores, “onde o sinal não chega”.

“E, mesmo na sede de freguesia, há uma rua que tem sinal, mas a rua a seguir já não tem”, indicou, exemplificando igualmente que “há outras pessoas que acabam de sintonizar a TDT e, logo a seguir, perdem o sinal outra vez”.

“As pessoas estão muito sozinhas e, ao cortarem-lhes a televisão, a solidão ainda é maior”, realçou, aludindo aos suicídios: “Antes, as pessoas estavam distraídas com a televisão e tinham alguma coisa que as entretinha para não cometerem ‘avarias’. Agora, isto pode acarretar problemas”



IN: Região Sul

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Aspecto dos menús da nova box satélite da Samsung utilizada para recepção DTH da TDT

Aqui ficam algumas imagens dos menús da nova box Samsung que está a ser vendida pela PT para recepção via satélite da TDT nacional - Imagens: José Moreira - TDT no Alentejo






Antes de investir dinheiro desnecessariamente, deverá averiguar se a sua área de residência está coberta por TDT ou satélite. Infelizmente muitos foram os que gastaram dinheiro em receptores TDT e depois verificou-se que para nada serviram pois a zona não tinha cobertura terrestre. A ANACOM corrigiu, ainda que tardiamente, a publicidade que passa na televisão.




Linha de apoio TDT



Anúncio televisivo de TDT com alerta de confirmação






Fica o alerta! Não adquira qualquer equipamento antes de confirmar se a sua zona está coberta por TDT via terrestre ou Satélite. Tem ao seu dispor a linha 800 200 838 ou www.tdt.telecom.pt

Serpa recebe hoje sessão de esclarecimento sobre a TDT

Emissor TDT de Serpa - Foto: José Moreira


De acordo com a ANACOM, a cidade de Serpa, no Baixo Alentejo, acolhe hoje uma sessão de esclarecimento sobre a TDT - Televisão Digital Terrestre. A sessão terá lugar esta quinta-feira, 26 de Janeiro de 2012 a partir das 18:00 horas na Biblioteca Municipal de Serpa. A Autoridade Nacional das Comunicações sugere inscrição prévia através da DECO, numa delegação ou na internet em www.deco.proteste.pt

Assunção Esteves quer Canal Parlamento em sinal aberto

A presidente da Assembleia da República defendeu esta quarta-feira a ampliação das emissões do Canal Parlamento, designadamente por transmissões em sinal aberto, e insistiu no pedido de rapidez na escolha dos novos juízes do Tribunal Constitucional (TC).



Estas posições de Assunção Esteves foram transmitidas na reunião da conferência de líderes e, segundo fonte parlamentar, não mereceram qualquer objecção por parte dos presidentes dos grupos parlamentares.
Na reunião, Assunção Esteves assumiu estar entre as suas prioridades a ambição de que o Canal Parlamento possa a prazo, por um lado, cobrir um maior número de eventos referentes às actividades da Assembleia da República (mesmo no exterior) e, por outro lado, que o canal chegue a um número muito mais elevado de cidadãos.
Na legislatura passada, sobretudo na transmissão em directo de comissões parlamentares de inquérito, o Canal Parlamento chegou a registar audiências consideradas "boas" pelos seus responsáveis.
No entanto, nos últimos tempos, o Canal Parlamento acabou por sair do pacote básico dos assinantes de alguns operadores de televisão por cabo, o que tem gerado algum desagrado na Assembleia da República.
Uma das soluções equacionadas por Assunção Esteves, segundo fontes parlamentares contactadas pela agência Lusa, passa pela possibilidade de, a prazo, o Canal Parlamento ser transmitido em sinal aberto, aumentando assim de forma significativa as suas audiências.

IN: Correio da Manhã

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Pedido de colaboração aos leitores

O TDT no Alentejo pede o seu relato / testemunho acerca da recepção de TDT na sua área de residência. Deixe comentário com a localidade e se recebe TDT e em que condições. Ajude-nos a informar e a alertar a PT e a ANACOM. Obrigado pela sua colaboração!

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Receptores TDT - DTH que a PT está a fornecer

Aqui ficam as imagens dos novos receptores Samsung que a PT Comunicações está a vender aos clientes com cobertura de Televisão Digital via satélite


Receptor DTH da tv digital portuguesa actualmente fornecido pela PT - Fotos: José Moreira

PT confirma reforço de cobertura TDT em algumas sedes de concelho



Foi em nota enviada apenas à Lusa que a PT confirmou o que a Anacom já tinha referido. Vai ser reforçada a cobertura TDT, com o processo já em andamento.

A Portugal Telecom (PT) vai "reforçar a cobertura de Televisão Digital Terrestre (TDT) nas sedes de concelho com menor cobertura" quando possível, assegurando uma cobertura de 93/94%, disse a operadora à Lusa, que não respondeu ontem à pergunta colocada pelo Negócios.

Em nota enviada à Agência Lusa, fonte da PT confirma que, "apesar de ter cumprido integralmente as responsabilidades que lhe foram conferidas no processo de implementação da TDT no que diz respeito à cobertura de 100% da população (...), irá reforçar a cobertura de TDT terrestre nas sedes de concelho com menor cobertura, sempre que haja viabilidade técnica e que a complexidade do sistema assim o permita".

A empresa acrescenta que tal será feito "gradualmente e de acordo com o calendário de switch-off (desligamento) definido", pelo que "a cobertura de TDT terrestre em Portugal passará para cerca de 93/94%".

Na licença estava previsto que a PT cobrisse, apenas, 90% da população com o sistema TDT, ficando a restante coberta com o sistema via satélite.

Agora, e já com muitos equipamentos vendidos, uma vez que já se realizaram algumas fases do desligamento, a PT anuncia o reforço de cobertura TDT, não especificando os locais.

Quem ainda não migrou para a TDT, tem de verificar a cobertura no "site" tdt.telecom.pt ou pelo telefone 800200838.

Mas na nota enviada à Lusa não é referido o que acontece quando as pessoas já tenham comprado o aparelho satélite, mas passem a ter cobertura digital.

IN: Jornal de Negócios

ÚLTIMA HORA: PT vai reforçar cobertura da TDT

A Portugal Telecom garantiu que vai "reforçar a cobertura de Televisão Digital Terrestre (TDT) nas sedes de concelho com menor cobertura" quando possível, assegurando uma cobertura de 93/94 por cento.


Emissor de Beja TDT - Foto: José Moreira

À agência Lusa, fonte da PT confirma que, "apesar de ter cumprido integralmente as responsabilidades que lhe foram conferidas no processo de implementação da TDT no que diz respeito à cobertura de 100 por cento da população (...), irá reforçar a cobertura de TDT terrestre  nas sedes de concelho com menor cobertura, sempre que haja viabilidade técnica e que a complexidade do sistema assim o permita".
A empresa acrescenta que tal será feito "gradualmente e de acordo com o calendário de switch-off (desligamento) definido", pelo que "a cobertura  de TDT terrestre em Portugal passará para cerca de 93/94 por cento".
Segunda-feira, Eduardo Cardadeiro, administrador da Autoridade Nacional  de Comunicações (ANACOM) tinha já adiantado que tem tido reuniões de trabalho com várias entidades, como autarquias e a PT. Segundo o administrador, responsável pelo processo da TDT, o regulador "tem sensibilizado a Portugal Telecom  no sentido de poder rever um caso ou outro, sendo que a PT está neste momento a cobrir as suas obrigações de cobertura do território nacional".
A ANACOM informou ainda que, após o desligamento do emissor de sinal analógico da Fóia, que abrange vários concelhos do Algarve e Alentejo, num total de 110 mil famílias, foram registadas 93 reclamações até às 19h00 de segunda-feira.
O próximo passo vai ter lugar a 1 de Fevereiro com o desligar do transmissor  de Monsanto, em Lisboa, e dos retransmissores de Areeiro, Barcarena, Caparica,  Carvalhal, Cheleiros, Estoril, Graça, Montemor-o-Novo, Odivelas, Sintra, Malveira, Sobral de Monte Agraço, Coruche e Cabeção. 

IN: Correio da Manhã com Agência Lusa

Câmara de Ourique cria grupo de trabalhado para avaliar “apagão analógico”


Câmara de Ourique vai, através de um grupo de trabalho constituído por presidentes das Juntas de Freguesia, assistentes sociais e funcionários do município, avaliar as consequências do “apagão analógico” depois de desligado, ontem, o emissor da Fóia e vários retransmissores. O município pretende também requerer junto da Anacom-Autoridade Nacional de Comunicações, as comparticipações para os munícipes que vivem nas zonas de “sombra”, ou seja, locais onde não chega o sinal de Televisão Digital. A autarquia solicitou à Anacom a instalação de um retransmissor na vila. O retransmissor instalado no último fim-de-semana minimizou o impacto do “apagão analógico” em Ourique, explica Pedro do Carmo, presidente do município.

IN: Rádio Pax - BEJA

Autarcas do Alentejo apontam casos pontuais de problemas com fim do sinal analógico

Autarcas alentejanos apontaram hoje a existência de casos pontuais nos seus concelhos em que moradores ficaram sem televisão ou com “sinal fraco” de TDT, depois do desligamento do emissor analógico da Fóia.


Numa ronda efectuada pela Agência Lusa junto dos municípios de Ourique, Odemira, Sines e Santiago do Cacém, assim como de juntas de freguesia, foi possível perceber que, para já, os problemas são pontuais e resumem-se a zonas de serra ou mais isoladas.

No caso de Ourique, o presidente da câmara, Pedro do Carmo, assegurou que estava “muito preocupado” com o fim do sinal analógico e a introdução da Televisão Digital Terrestre (TDT), que poderia afectar “40 por cento da população”.

“Mas, reunimo-nos com a ANACOM e exigimos à Portugal Telecom (PT) que o sinal fosse reforçado e, este fim-de-semana, foi instalado um retransmissor em Ourique, o que resolveu grande parte da nossa ‘zona sombra’”, afiançou.

Contudo, o autarca estimou que “cinco a 10 por cento da população”, sobretudo da zona sul do concelho, na serra de Santana, possa ter problemas em captar o sinal de TDT.

“Deverá haver problemas para sul, na zona de Santana da Serra. Estou preocupado com essa área, porque algumas zonas da serra não devem captar a TDT”, disse.

Contactada pela Lusa, a Junta de Freguesia de Santana da Serra confirmou que “há pessoas em algumas zonas, sobretudo em montes, que não apanham a TDT, mesmo com o equipamento”.

Já no concelho de Odemira, o presidente da Junta de Freguesia de S. Teotónio, José Manuel Guerreiro, adiantou que “há pessoas que, embora tenham o descodificador e as antenas viradas para Monchique, já protestaram porque não apanham televisão”.

“E há algumas pessoas que apanham TDT, mas o sinal é fraco, quase não conseguem ver televisão”, afirmou, frisando, ainda assim, serem “casos pontuais” porque “a maioria das pessoas estava à espera de ser desligado o sinal analógico e ainda nem tem descodificador”.

O presidente do município de Santiago do Cacém, Vítor Proença, disse não possuir muitas informações, por o emissor da Fóia e o retransmissor analógico do concelho só terem sido desligados hoje.

“Mas podem vir a ocorrer problemas de captação em S. Francisco e no Cercal do Alentejo”, admitiu, frisando que a autarquia vai “continuar a acompanhar” a situação.

Só no concelho de Sines, assegurou a vereadora da câmara Carmen Francisco, é que não há problemas: “Não nos chegaram pedidos de esclarecimento ou de intervenção por as pessoas não conseguirem receber a TDT”.

No âmbito da primeira fase de introdução da TDT, foram hoje desligados o emissor da Fóia e os retransmissores de Monchique, Cercal do Alentejo, Santiago do Cacém, Odemira, Odeceixe, Aljezur e Silves, que abrangiam vários concelhos do Algarve e do Alentejo.

IN: Público

Anacom regista 93 queixas após desligamento do emissor da Fóia

A Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom) registou até às 19h desta segunda-feira, 93 reclamações após o desligamento do emissor de sinal analógico da Fóia, que abrange vários concelhos do Algarve e do Alentejo.
Emissor da Fóia (Monchique) foi desligado ontem



Essas queixas foram registadas através do call center da TDT [Televisão Digital Terrestre], por pessoas que afirmaram que ficaram sem televisão. O emissor da Fóia abrange 110 mil famílias.

O administrador da TDT, Eduardo Cardadeiro, afirmou nesta segunda-feira que tem tido reuniões de trabalho com autarquias e a Portugal Telecom. No caso da PT, especificou, para a sensibilizar para a necessidade de reforçar a cobertura terrestre na rede da televisão digital, congratulando-se “com a disponibilidade mostrada pela PT para este reforço, nomeadamente nas sedes de concelho menos cobertas, sempre que isso seja tecnicamente possível”.

O mesmo responsável não especificou os concelhos em causa. Na primeira fase do plano para a cessação das emissões analógicas terrestres de televisão, foi hoje desligado o transmissor da Fóia, bem como os retransmissores de Santiago do Cacém, Cercal do Alentejo, Odemira, Odeceixe, Monchique, Aljezur e Silves.

O próximo passo vai ter lugar a 1 de Fevereiro com o desligar do transmissor de Monsanto, em Lisboa, e dos retransmissores de Areeiro, Barcarena, Caparica, Carvalhal, Cheleiros, Estoril, Graça, Montemor-o-Novo, Odivelas, Sintra, Malveira, Sobral de Monte Agraço, Coruche e Cabeção.

IN: Público

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Emissor da Fóia foi desligado às 11 horas de hoje

Imagem capturada por TDT no Alentejo

O desligamento do centro emissor analógico da Fóia (Monchique) ocorreu esta segunda-feira, dia 23 de Janeiro de 2012, às 11 horas. Ao mesmo tempo foram desligados retransmissores analógicos de Santiago do Cacém, Cercal do Alentejo, Odemira, Odeceixe, Monchique, Aljezur e Silves. Este “apagão” atingiu vários concelhos dos distritos de Faro, Beja e Setúbal, com especial incidência nos concelhos de Albufeira, Aljezur, Lagoa, Lagos, Monchique, Portimão, Silves, Vila do Bispo, Aljustrel, Odemira, Ourique, Grândola, Santiago do Cacém e Sines. Foram afectadas algumas zonas dos concelhos de Almodôvar, Castro Verde e Beja.

Emissor da FÓIA é desligado esta segunda-feira às 11:00 horas

Centro emissor da Fóia - Foto: José Moreira


O desligamento do centro emissor analógico da Fóia (Monchique) está previsto para esta segunda-feira, dia 23 de Janeiro de 2012, às 11 horas. Ao mesmo tempo serão desligados retransmissores analógicos de Santiago do Cacém, Cercal do Alentejo, Odemira, Odeceixe, Monchique, Aljezur e Silves. Este “apagão” vai abranger vários concelhos dos distritos de Faro, Beja e Setúbal, com especial incidência nos concelhos de Albufeira, Aljezur, Lagoa, Lagos, Monchique, Portimão, Silves, Vila do Bispo, Aljustrel, Odemira, Ourique, Grândola, Santiago do Cacém e Sines. deverão ainda ser afectadas algumas zonas dos concelhos de Almodôvar, Castro Verde e Beja.Quem tiver as antenas de recepção de TV analógica orientadas para a Fóia deverá migrar para a TDT (terrestre ou satélite) ou, para captar ainda as emissões de TV analógica poderá orientar as suas antenas para os emissores do Mendro (Baixo-Alentejo) ou São Miguel (Algarve) pois estes só deverão ser desligados no dai 26 de Abril, a última fase do apagão analógico em Portugal.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

TDT: Ministério Público vai ouvir testemunhas no âmbito de queixa da Comissão de Trabalhadores da RTP

O Ministério Público vai ouvir as testemunhas incluídas na participação efectuada pela Comissão de Trabalhadores (CT) da RTP sobre o processo de introdução da Televisão Digital Terrestre (TDT), revelou a CT.



“A CT considera que foram violados interesses difusos dos consumidores em todo o processo da TDT e apresentou uma queixa nesse sentido ao Ministério Público (MP) no passado dia 6”, disse à Lusa Camilo Azevedo, membro da organização.

“A instância judicial a quem foi entregue a queixa de vários membros da comissão de trabalhadores da RTP tomou uma primeira decisão favorável ao desenvolvimento da intervenção processual pretendida: mandou ouvir as testemunhas arroladas na participação, já a partir da próxima segunda-feira”, escreveu a entidade em comunicado.

A CT da estação pública “congratula-se com essa primeira decisão do Ministério Público”, acrescentou o texto, apesar de “nada estar ainda garantido”, salientando ser “um passo importante para serem acautelados os interesses difusos dos cidadãos, que a PT está a pôr em causa e que a ANACOM vem negligenciando de forma escandalosa”, ainda segundo o comunicado.

“Deu-se à raposa o galinheiro, ao entregar-se à PT a licença da TDT e deixando que se mantivesse como operadora na TV Cabo. Agora o que a PT está a fazer é a aproveitar-se da TDT para aumentar a sua quota de mercado no cabo”, acusou Azevedo.

O representante dos trabalhadores da RTP considerou ainda que “o sistema foi muito descuidado”, facto que se explica, na opinião de Camilo Azevedo, pela circunstância da Anacom ser financiada pelos operadores. “Os regulados pagam ao regulador”, o que faz com que o regulador não seja tão actuante “quanto devia ser”, afirmou. “A Anacom é uma agência da PT”, acusou ainda.

A CT fica agora à espera das diligências do MP e regista que a decisão favorável ao desenvolvimento da intervenção processual é apenas “um primeiro passo”. Mas “se o MP achar que a queixa tem cabimento, este processo dar até resultar numa providência cautelar e a que o modelo da TDT seja repensado, que é o que devia acontecer”, disse Camilo Azevedo.

“Este modelo de TDT tem que ser repensado, a vários níveis. Somos o país na Europa em que a TDT menos canais abertos distribui, somos também o único país em que a distribuição dos canais públicos é paga, a RTP vai pagar a distribuição pela TDP. É uma história da ganância excessiva como não há na Europa. É um negócio de milhões e como qualquer negócio de milhões faz-se ao tostão”, acusou ainda Camilo Azevedo.

IN: Público

sábado, 14 de janeiro de 2012

TDT: Quatro canais gratuitos em vez de 50



Na quinta-feira as populações de 25 concelhos dos distritos de Lisboa, Setúbal e Beja deixaram de ter televisão analógica. Foi a primeira fase do início da Televisão Digital Terrestre (TDT), que se vai estender a todo o território nacional até 26 de Abril.
«Acabámos de dar um passo muito importante em termos tecnológicos», disse o ministro Miguel Relvas, que assistiu no Castelo de Palmela ao ‘apagão’, para o qual muitos portugueses só agora se começaram a preparar. Segundo a ANACOM (Autoridade Nacional de Comunicações), «só nas últimas semanas centenas de milhares de famílias terão feito a migração».
Inicialmente, estava previsto que deixasse de haver televisão analógica em todo o litoral esta semana, mas o atraso na compra dos equipamentos necessários para receber o sinal digital levou a ANACOM a desdobrar a primeira fase de ‘apagamento’, «para garantir uma melhor operacionalização e monitorização» do processo.
1. Quais as oportunidades perdidas da TDT?
A TDT abre espaço para quase 50 novos canais. Mas os portugueses não vão beneficiar disso quando acabar a TV analógica. Tudo porque o Governo ainda não decidiu o que fazer com as frequências criadas pela nova tecnologia.
Só no Multiplexer A – no qual estão as frequências da RTP, SIC e TVI – vai haver espaço para quatro ou cinco novos canais.
A essas frequências juntam-se mais cinco multiplexers (cada um dos quais com oito ou nove canais) que foram atribuídos por concurso público à PT, mas que acabaram por ser ‘devolvidos’ ao Estado, uma vez que a operadora desistiu de ficar com eles. Neste momento, o espaço que está livre está nas mãos das operadoras de telemóvel, para a tecnologia 4G – tendo o Estado ganho 270 milhões de euros com a operação.
Ao SOL, o gabinete do ministro Miguel Relvas recusou adiantar que planos tem o Governo para estas frequências.
2. O que ganha Portugal com a TDT?
Segundo a ANACOM, as vantagens são a melhoria da qualidade de som e imagem e as novas funcionalidades que até aqui apenas estavam disponíveis para quem tinha televisão paga: guia electrónico de programação, gravação de programas e pausa de imagem, consoante as características do descodificador que se compre.
Quem estava em zonas do interior onde não recebia bem o sinal dos quatro canais generalistas, vai poder passar a vê-los em óptimas condições. O problema é que, nestas regiões, muitos são os que estão a orientar as antenas para Espanha, optando por deixar de ver a televisão portuguesa.
3. Qual a situação no resto da Europa?
A recomendação de passar para a TDT partiu da União Europeia, mas Portugal é dos últimos Estados-membros – ao lado do Reino Unido, da Itália e da Grécia – a desligar a televisão analógica. Os primeiros a avançar foram o Luxemburgo e a Holanda, em 2006.
Apesar da recomendação para que os países façam o switch-off este ano, o que regula as frequências de televisão é o Acordo de Genebra de 2006, que dá protecção às emissões analógicas até 17 de Junho de 2015. Daí que na Bulgária, por exemplo, o concurso para a TDT deva arrancar apenas em 2014.
A grande diferença é que em quase todos os países ter TDT significa ter mais canais gratuitos. «Os canais públicos têm sido uma solução recorrente na Europa para estimular as pessoas a migrarem para a TDT. Seria possível, por exemplo, colocar o canal Parlamento na ‘televisão aberta’», afirma ao SOL Sérgio Denicoli, professor da Universidade do Minho, que se questiona no seu blogue TV Digital em Portugal sobre «qual será o motivo que impede a disponibilização de todos os canais da RTP na TDT».
4. O que é preciso para continuar a ver TV?
Todos os que não têm televisão paga nem os novos televisores com a tecnologia MPEG 4 vão ter de investir na compra de um descodificador.
Para saber se precisa de um descodificador – semelhante às boxes da TV paga – ou de uma antena (prato) para receber a TDT por satélite, pode ir ao site tdt.telecom.pt ou ligar para o tel. 800 200 838.
5. Em que zonas não basta ter um descodificador?
De acordo com a ANACOM, «100% da população tem cobertura digital: 90% por via terrestre e os restantes 10% através de satélite, devido a questões que têm a ver com a geografia ou com a dispersão demográfica».
Uma vez que cerca de 70% da população já tem televisão paga, apenas cerca de 120 mil famílias vão receber a TDT por satélite. Com esta mudança, todos os portugueses vão passar a poder ver os quatro canais de acesso gratuito – que até agora chegavam apenas a 90% da população.
A ZON, por exemplo, aproveitou para lançar uma campanha que dá acesso aos quatro canais nacionais e a chamadas ilimitadas por 9,99 euros, com oferta do telefone e da instalação. Segundo a empresa, «está a correr muito bem a venda desse pacote».
6. Qual o valor mais alto que se pode pagar para ter TDT?
O preço dos descodificadores varia em função do modelo e das funcionalidades. Há descodificadores a partir de 25 euros. Mas há dezenas de ofertas no mercado, com os valores mais altos a rondar os cem euros.
A instalação do prato satélite, quando necessária, não pode, segundo a ANACOM, «ultrapassar os 61 euros». Em algumas zonas, poderá ser necessário fazer alguma intervenção nas antenas.
As famílias carenciadas têm direito a um subsídio correspondente a 50% do preço, com o limite de 22 euros, na compra dos kits satélite ou dos descodificadores de TDT. Primeiro terão de comprar e pagar os equipamentos e só depois se podem candidatar ao reembolso. Para isso, existe um formulário em tdt.telecom.pt e nas lojas PT.
7. Quais as soluções para as aldeias históricas?
Em regiões como as Aldeias de Xisto – paisagens de onde há muito desapareceram as antenas dos telhados –, a TDT foi vista como um problema. Por ficarem em zonas sombra, terão de ser servidas por sinal de satélite, o que implica colocar antenas nas casas.
Mas a ANACOM assegura ter solução: «Ficou decidido que as aldeias farão um levantamento da sua situação em termos de infra-estruturas, após o que a PT poderá equacionar soluções».
Sem explicar que tecnologia poderá ser usada, a ANACOM afirma que «a TDT ao invés de constituir um problema pode sim vir a ser a solução para a retirada das antenas, protegendo assim o património das aldeias».

IN: Semanário SOL

TDT: Municípios alentejanos exigem “tratamento equitativo”

A Associação de Municípios do Baixo Alentejo e Alentejo Litoral (AMBAAL) exigiu hoje um "tratamento equitativo" para todos os cidadãos no acesso à Televisão Digital Terrestre (TDT), alertando para casos de "dificuldades" de sinal na região.

A AMBAAL está "descontente" com a forma como o processo tem sido conduzido, porque "a TDT não cobre o território nacional da mesma forma", e exige "tratamento equitativo para todos os cidadãos", disse à Agência Lusa o presidente da AMBAAL e da Câmara de Moura (CDU), José Maria Pós-de-mina.

"Qualquer cidadão, independentemente de onde more, deve ter acesso à TDT em perfeitas condições", defendeu, frisando que se trata de "um direito que deve ser garantido a todos os cidadãos em condições de igualdade, o que, infelizmente, não está a acontecer".

Segundo o autarca, há "constrangimentos" no acesso à TDT, sobretudo em zonas do interior, como o Baixo Alentejo, onde, pelo menos nos concelhos de Moura e Almodôvar, há casos de "dificuldades de acesso ao sinal", disse.

No caso de Moura, "a indicação que é dada às pessoas é para apontarem as antenas para Vila Viçosa", que fica a cerca de 100 quilómetros, disse o autarca, referindo que "já várias pessoas do concelho contactaram a câmara por causa de dificuldades de acesso ao sinal" da TDT.

A AMBAAL pede a "correção" dos casos de "dificuldades" no acesso ao sinal da TDT e apela a que "seja considerada a situação particular do Baixo Alentejo", disse José Maria Pós-de-mina.

No caso da TDT, "estamos a falar de tecnologias inovadoras e dispendiosas, sobretudo para a população idosa", para a qual as consequências serão "nefastas", disse.

A AMBAAL defende que "o período de adaptação deveria ser mais alargado, em função dos meios disponíveis" e já que "estamos na presença de tratamento diferenciado de cidadãos", frisou.

Segundo o autarca, "há empresas a contactar as câmaras para financiarem a aquisição de repetidores para permitir que as pessoas possam ter um sinal de TDT em condições".

Os municípios integrados na AMBAAL "não estão disponíveis para substituírem as entidades que têm responsabilidades nesta matéria, muito menos num quadro em que as câmaras estão com extremas dificuldades em cumprir as suas obrigações", disse. 

IN: Região Sul

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Televisões e PT não se entendem sobre o preço a pagar pelo sinal digital



A Portugal Telecom quer cobrar mais pelo sinal digital do que custava o sinal analógico. A Anacom reconhece que o processo podia ser mais "simples e incentivador" para os consumidores.As três televisões de sinal aberto RTP, SIC e TVI e a Portugal Telecom não se entendem sobre o preço a pagar à operadora de telecomunicações pelo transporte do sinal digital. A PT, que tem dito que os custos do digital são os mesmos que os do analógico, quer cobrar a cada canal de TV 3,5 milhões de euros anuais pelo sinal digital, o que é mais do que os 3,2 milhões pagos ultimamente pelo sinal analógico. Ontem começou o apagão faseado do sinal analógico com o desligamento do emissor de Palmela e os retransmissores de Alcácer do Sal, Melides e Sesimbra. RTP, SIC e TVI querem "despachar" o apagão para poderem pagar menos do que os 4,1 milhões pelo sinal simultâneo em que estão a emitir agora.

O contrato assinado em 2008 pelas três televisões e a PT estipulava que o preço para o período do simulcast (emissão em simultâneo dos sinais analógico e digital, que começou em Maio de 2011) seria igual ao praticado em 2007 para o analógico, ou seja, no caso, por exemplo, da SIC, de 4,1 milhões de euros por ano. O valor para a TVI seria inferior, já que a estação tinha a sua própria rede - a RETI, que vendeu à PT nesse ano. Porém, em 2009, a Anacom - Autoridade Nacional de Comunicações reviu o preço do sinal para 3,2 milhões.

As televisões estão em luta com a PT, que não aceita reduzir o preço de 3,5 milhões de euros por ano que lhes propôs. Os canais argumentam que na altura do contrato o sinal aberto tinha 60% do mercado e agora já é só de 40%, devido ao crescimento da TV paga. E estão à espera de que a Anacom faça uma nova revisão dos custos de transmissão, como é normal a cada dois anos. Contactada pelo PÚBLICO, a PT recusou comentar o assunto.

TDT já é real a sul do Tejo

Bastou ao engenheiro Paulino rodar um botão, depois da ordem do ministro Miguel Relvas, por videoconferência, quatro minutos antes da hora marcada. Às 11h41 de ontem desligou-se o sinal analógico na península de Setúbal e parte do Alentejo. Quem só recebe os quatro canais e não tem descodificador vê agora um ecrã negro com uma mensagem sobre o fim da emissão analógica e os contactos para mais informações.

Os próximos dias serão fundamentais para perceber se haverá problemas de monta, avisa a Anacom. O presidente reconhece que a migração, que "é uma obrigação", "podia ter sido mais simples, mais interessante e mais incentivadora". "As pessoas sentem que estão a mudar para algo que é quase igual ao que tinham e que tem um custo que para alguns é duro - não vamos escamotear", disse Amado da Silva na cerimónia.

Zeinal Bava, presidente da PT, aproveitou para rejeitar a acusação de conflito de interesses no processo: "A TDT não tem nada a ver com a estratégia da televisão paga da PT ou de outros operadores. Estamos essencialmente a prestar um serviço de engenharia que permite que toda a gente possa ver TV. Não é necessário subscrever qualquer serviço de TV paga para ter acesso aos quatro canais" de sinal aberto. Vincou que se até aqui a TVI só chegava a 82% da população e a SIC a 88%, agora a cobertura é de 100%. E queixou-se: "Era suposto a PT transportar o sinal de seis canais. Sendo apenas quatro, a PT é prejudicada porque cobra menos do que estava contratado."

Na cerimónia estiveram representantes da Anacom, do Governo, da PT, da ERC e pelos operadores apenas compareceram a SIC e a TVI. Questionada pelo PÚBLICO, a administração da RTP respondeu que "não esteve presente na cerimónia por razões internas, mas informou a Anacom das razões que a impediam de participar". O próximo passo é o desligamento, dia 23, do emissor de Fóia - Monchique e retransmissores de Santiago do Cacém, Cercal do Alentejo, Odemira, Odeceixe, Monchique, Aljezur e Silves. O apagão total será a 26 de Abril.

In Publico

Municípios do Baixo Alentejo e Litoral preocupados com cobertura da TDT



O Conselho Directivo da AMBAAL -Associação de Municípios do Baixo Alentejo e Alentejo Litoral, expressa o seu “descontentamento” face à forma como tem sido conduzido o processo de implementação da TDT -Televisão Digital Terrestre.
Os municípios “exigem tratamento equitativo para todos os cidadãos” e apelam “a que seja considerada a situação particular dos territórios do Baixo Alentejo”.
Em nota de imprensa enviada à Rádio Pax o Conselho Directivo realça que “é do conhecimento geral que a infra-estrutura [de TDT] não cobre o território da mesma forma, sobretudo em zonas do interior e periféricas, notando-se no território do Baixo Alentejo alguns constrangimentos”.
Os municípios frisam que “estamos perante tecnologias inovadoras e dispendiosas, sobretudo para uma população idosa, cujas consequências, serão nefastas na medida em que o período de adaptação deveria ser mais alargado, em função dos meios disponíveis, pois, estamos na presença de tratamento diferenciado de cidadãos”.



IN: Rádio Pax

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

ANACOM PRESTOU INFORMAÇÕES ERRADAS À POPULAÇÃO! BEJA E A REGIÃO DO ALENTEJO CONTINUAM SERVIDOS PELO SINAL ANALÓGICO ATÉ 26 DE ABRIL

Apesar dos alertas que enviámos à ANACOM, os mesmos foram ignorados. Foi e é lamentável termos assistido hoje, dia em que o sinal analógico foi desligado do emissor de Palmela e retransmissores de Alcácer do Sal, Melides e Sesimbra, à divulgação falsa e errada através dos órgãos de comunicação social nacionais de que os concelhos de BEJA, FERREIRA DO ALENTEJO, ALVITO, CUBA E VIANA DO ALENTEJO já teriam ficado sem acesso total ao sinal analógico, sendo servidos apenas pela TDT! Ora nada mais absurdo e falso! Todos os concelhos mencionados são servidos pelo Centro Emissor do MENDRO, na serra do Mendro, que serve a esmagadora maioria dos distritos de Beja e Évora e parte do de Setúbal, chegando inclusivamente à serra do Caldeirão (Algarve). Por exemplo, o emissor do Mendro está a 30 km de BEJA enquanto o de Palmela se situa a cerca de 150km de distância desta cidade e deste concelho, nunca tendo sido opção para a recepção analógica nesta região. Apenas o emissor da Fóia em Monchique, esse sim, tem cobertura ano Baixo Alentejo a par do Mendro.


Ora, o TDT no Alentejo entende que a ANACOM fez uma terrível propaganda, levando as pessoas ao engano e ao erro e levando a comunicação social a divulgar informações completamente imprecisas e falsas! O emissor de PALMELA nunca foi opção nestes concelhos, uma vez que o sinal analógico do referido emissor nunca cobriu esta zona pois nem potência tinha para cá chegar. Estando os concelhos do Baixo Alentejo nas imediações do mais potente emissor analógico do país, o Mendro, como poderiam estes ficar sem cobertura analógica neste dia 12 de Janeiro?!
Mais informamos que, para além do Mendro e da Fóia, a cidade de Beja conta ainda com o retransmissor da Atalaia (Beja), a 2 km da cidade e que serve a zona sul da mesma.

Como se pode admitir que a ANACOM tenha divulgado que os concelhos acima referidos migrariam hoje em exclusivo para a TDT?  Inadmissível! Levaram a população ao engano, nomeadamente em Beja, Cuba, Alvito, Ferreira do Alentejo e Viana do Alentejo!

Importa pois informar condignamente as populações do seguinte: O centro Emissor do MENDRO estará em pleno funcionamento até 26 de Abril, levando as emissões analógicas até às populações da esmagadora maioria dos concelhos do Baixo e Alto Alentejo com excepção de Odemira, Ourique, parte de Aljustrel e Almodôvar, bem como de Castro Verde, que recebem as emissões analógicas, parcialmente da Fóia que será desligado a 23 de Janeiro. Também o retransmissor da Atalaia (Beja) e restantes retransmissores dependentes do Mendro funcionarão até 26 de Abril. Os que dependem da Fóia, nomeadamente Odemira, Aljezur, Silves, Monchique, entre outros do sudoeste alentejano e barlavento algarvio, deixarão de emitir a 23 de Janeiro.

Que fique claro que os concelhos dados como sem sinal analógico pela ANACOM, no distrito de Beja a partir de hoje, continuam todos sem excepção com o sinal analógico a 100%, não tendo o emissor de Palmela qualquer influência na região pois nem tinha potência para o cobrir!

Lamentável!

TDT no Alentejo

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

“Apagão” televisivo começa às 12h00 de quinta-feira

A ANACOM vai realizar o desligamento do emissor analógico de televisão de Palmela, que cobre a faixa Litoral de Portugal Continental às 11 horas de quinta-feira, dia 12 de janeiro.             

    



O desligamento vai ser realizado no âmbito da migração para TDT (Televisão Digital Terrestre) que tem sido alvo de forte contestação, designadamente por parte da Associação de Defesa dos Consumidores DECO mas também por parte dos Municípios, designadamente, no Algarve das autarquias de Monchique, Castro Marim e Alcoutim.
Os autarcas clamam, em nome dos seus munícipes, que estes não estão preparados para a migração, por falta de informação e ainda as condições técnicas existentes, que os obrigarão a gastos excessivos por os territórios estarem no cone de sombra pelo que terão de recorrer a emissões de satélite.
Para o desligamento, a ANACOM vai realizar uma cerimónia no Castelo de Palmela.

Espanha soma e segue: Discovery Max e Energy TV na TDT espanhola

Este é certamente um bom presságio para o futuro da TDT, fazendo-nos esquecer 2011, com o desaparecimento de muitos canais. De facto, 2012 começou com dois novos canais o é algo digno de registo. O  primeiro é a TV Energia, o canal Mediaset orientado para o sexo masculino que podemos ver na frequência onde estava antes Canal + Two. A segunda é o Discovery Max, que já começou oficialmente a emitir na frequência de Veo TV. Também há  mais canais esperados para os primeiros tempos deste ano,  ainda assim desconhece-se qual o novo canal vai ocupar o lugar de La 10. Notícias reveladas hoje pela Tele Digital espanhola dão conta de que o mais certo é que a frequência do La 10 seja ocupada pelo canal Paramount Comedy, em sinal aberto, claro está!


Fonte: Tele Digital

APAGÃO ANALÓGICO: EMISSOR DE PALMELA É DESLIGADO ESTA QUINTA-FEIRA

Mensagem semelhante a este deverá surgir nos ecrãs após o desligamento dos emissores analógicos


O TDT no Alentejo lembra os telespectadores servidos pelo emissor de PALMELA e pelos retransmissores de Alcácer do Sal, Melides e Sesimbra que o sinal analógico de televisão dos mesmos será desligado esta quinta-feira, dia 12 de Janeiro. Assim, deverão migrar para a Televisão Digital Terrestre.
Recordamos que no dia 23 de Janeiro segue-se o desligamento do emissor da FÓIA (Monchique) e dos retransmissores de Santiago do Cacém, Cercal do Alentejo, Odemira, Odeceixe, Monchique, Aljezur e Silves.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Apoios à TDT deveriam chegar a 455 mil pessoas

Grupos carenciados têm subsídios, mas os pedidos estarão aquém do previsto. Apagão começa quinta-feira no litoral, repartido por cinco fases.

 A compra de equipamentos adaptados à Televisão Digital Terrestre (TDT), que chegará ao litoral na próxima quinta-feira, tem direito a uma comparticipação para casos de famílias carenciadas.

A Anacom, que está a gerir o processo, estima que haja 445 mil pessoas nesta situação em Portugal, podendo usufruir de um desconto até 50%. No entanto, os pedidos de apoio estarão muito aquém do previsto.

De acordo com a Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom), os inquéritos realizados até agora mostram que cerca de 35% dos portugueses preenchem os requisitos para pedir a comparticipação.

Ou seja, tendo em conta o número total de famílias afectadas pela migração para o digital (1,3 milhões), haverá em Portugal cerca de 445 mil pessoas aptas para receber este apoio, que tem de ser concedido pela Portugal Telecom - a empresa que ganhou o concurso para implementação da TDT no país.

No entanto, a operadora continua sem revelar quantos pedidos já recebeu. Sabe-se apenas que estarão muito abaixo dos 445 mil apontados pela Anacom, sendo que se tem justificado essa diferença com o facto de muitos portugueses terem deixado a compra dos equipamentos para a véspera do apagão.

Foi fixada uma verba total de dez milhões para a PT gastar em subsídios, mas, se o ritmo de pedidos continuar lento, esse dinheiro poderá ficar por desembolsar.

A comparticipação é dada por cada equipamento comprado, seja um descodificador (para as zonas com cobertura do sinal digital), seja um satélite (para as zonas que terão de captar o sinal por meios alternativos).

E foram definidos três grupos carenciados que têm direito a subsídio, podendo pedir até 50% do valor gasto com estes aparelhos.

Haverá ainda um custo adicional para receber TDT. Nas zonas sem cobertura, é necessário pagar ainda pela instalação do satélite, cujo preço médio rondará 61 euros, mas pode ser superior.

E, mesmo nas zonas com cobertura (90% do território nacional está nesta situação), poderá ser necessário chamar um técnico para redireccionar ou até instalar uma nova antena.

Ontem, a Anacom revelou que, nos inquéritos realizados na semana passada, 70% dos portugueses dizem já estar preparados para receber a TDT e outros 20% dizem que o farão até 12 de Janeiro - data do primeiro apagão do analógico. O desligamento começa no litoral, mas apenas afectará um emissor (Palmela) e três retransmissores (Alcácer do Sal, Melides e Sesimbra).

Seguir-se-ão depois outras quatro subfases no litoral e, a 22 de Março, será desligado o sinal analógico nas ilhas. O último passo será dado no interior do país, a 26 de Abril. Apesar de ter havido um faseamento do apagão no litoral, a Anacom garantiu ontem que as datas do restante território serão para cumprir.

Esta decisão está relacionada com o facto de o Governo já ter vendido as frequências que vão ficar livres com a TDT. E de se ter comprometido com as três empresas que as compraram (PT, Sonaecom e Vodafone) de que estariam disponíveis a 26 de Abril.

IN: Público

ATENÇÃO: EMISSOR DA FÓIA SERÁ DESLIGADO A 23 DE JANEIRO DE 2012

Emissor da Fóia - Foto: José Moreira


O TDT no Alentejo lembra todos os leitores que são servidos pelo emissor analógico da FÓIA (Monchique), que deverão estar preparados para a mudança para a Televisão Digital Terrestre até ao dia 23 de Janeiro, altura em que o mesmo será desligado! Deverá verificar qual o emissor TDT que melhor serve a sua zona de residência através do número 800 200 838 ou em www.tdt.telecom.pt
Caso não tenha cobertura terrestre deverá informar-se junto da PT e da ANACOM sobre a aquisição do Kit Satélite DTH.
Não esqueça, se é servido pela Fóia, fica sem televisão analógica no dia 23 de Janeiro. Para além do emissor da Fóia, serão desligados os retransmissores de Santiago do Cacém, Cercal do Alentejo, Odemira, Odeceixe, Monchique, Aljezur e Silves.
No Baixo Alentejo existem concelhos que são total ou parcialmente servidos pelo centro emissor da Fóia, nomeadamente Odemira, Ourique, Castro Verde, Almodôvar e, pontualmente, alguns locais dos concelhos de Beja, Aljustrel e Sines.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Padres divulgam TDT nas igrejas

A Anacom pediu ajuda à Igreja para divulgar a Televisão Digital Terrestre (TDT). Foram enviadas quatro mil cartas a todas as paróquias, informando sobre o processo do final do sinal analógico para que os párocos pudessem alertar as populações sobre o que é necessário fazer para continuar a ver TV. "É um serviço que se presta à população. No fim das missas íamos dando conhecimento às pessoas", revela ao CM o padre Manuel Morujão, porta-voz da Conferência Episcopal, que autorizou o envio das cartas em Novembro.

"Também informámos os doentes e as pessoas mais idosas que não vão à missa. Pois são as mais visadas e as que passam mais tempo frente ao televisor", explica o pároco. Alguns padres pediram mais informação para passar aos paroquianos, bem como alguns textos para inserirem nos boletins paroquiais.
Preocupada com a forma como os mais idosos entendem a transição da TV analógica para a digital, o regulador fez também uma parceira com os CTT para dar formação aos carteiros e ao pessoal das estações.
O desligar do sinal analógico no Litoral do País arranca na quinta-feira, dia 12, com o fecho do emissor de Palmela e dos retransmissores de Alcácer do Sal, Melides e Sesimbra, uma operação que vai afectar cerca de um milhão de pessoas.
A 23 de Janeiro o apagão chega a Odemira, Odeceixe, Aljezur, Santiago do Cacém e Silves. A 1 de Fevereiro é a vez da região de Lisboa, Estoril, Montemor-o--Novo, Odivelas e Sintra. O apagão desloca-se para o Centro do País a 13 de Fevereiro e a 23 chega ao Norte. Segue-se, a 22 de Março, Açores e Madeira e a 26 de Abril o restante território. 

IN: Correio da Manhã

ATENÇÃO: ANACOM INDUZ POPULAÇÕES DO ALENTEJO EM ERRO

Emissor analógico do MENDRO


A ANACOM - Autoridade Nacional das Comunicações, tem vindo a induzir as populações do Baixo Alentejo em erro, pois tem divulgado através do seu sítio oficial que os concelhos de Aljustrel, Alvito, Beja, Cuba e Ferreira do Alentejo ficarão sem sinal de televisão analógica em Janeiro. No distrito de Évora, a ANACOM refere-se ainda a Viana do Alentejo como localidade a ficar sem sinal em Janeiro. Ora tais afirmações são completamente falsas, pois a esmagadora maioria destes concelhos é servida pelo emissor analógico do MENDRO, (Vidigueira) o qual só será desligado a 26 de Abril deste ano. Assim, até Abril, as populações destes concelhos tem o sinal analógico de TV garantido!
A excepção vai para Odemira e Ourique (Baixo-Alentejo) que, na sua maioria recebem as emissões analógicas do emissor da Fóia (Monchique). De salientar que os Concelhos de Castro Verde e Almodôvar (não mencionados no documento da ANACOM, são servidos pelos emissores analógicos do Mendro e Fóia. Quem tiver as antenas orientadas à Fóia deverá ficar sem sinal analógico no dia 23 de Janeiro, excepto se re-orientar a sua antena para o Mendro.
É de lamentar que, apesar de termos alertado a ANACOM insistentemente para este facto, o documento não tenha sido corrigido nem a população devidamente informada, tal como é dever da ANACOM enquanto regulador do sector.
Também importa dizer que neste documento, o emissor do MENDRO, sendo um dos mais importantes e potentes do país, não seja uma única vez referido como opção até 26 de Abril.
É triste e lamentável que a própria ANACOM não conheça a realidade do país no terreno. 

Fica o link do documento para que possam ver por vocês próprios:



http://www.anacom.pt/render.jsp?categoryId=344207

Câmara de Ferreira do Alentejo esclarece munícipes sobre TDT



A Câmara de Ferreira do Alentejo está a desenvolver sessões de esclarecimento sobre a TDT – Televisão Digital Terrestre em diversas localidades do concelho. Esta iniciativa pretende que os munícipes fiquem informados sobre o que fazer em suas casas para continuarem a ver televisão. A partir do dia 12 de Janeiro grande parte daquele concelho vai deixar de receber o actual sinal analógico para os quatro canais nacionais.
Aníbal Costa, presidente da Câmara de Ferreira do Alentejo, refere que este foi um processo “muito mal conduzido a nível central”. O autarca considera que o município está a intervir “num campo que não é o seu” mas que tem “o dever moral de tentar informar as pessoas”. Aníbal Costa lamenta que “de um momento para o outro” existam populações que podem ficar sem televisão. Numa altura em que a Câmara trabalha num processo de inclusão a nível das tecnologias de informação, no entender do autarca, “não existem razões para que a TDT promova a exclusão”.
Hoje têm lugar sessões de esclarecimento no Centro Cultural de Alfundão (10h30) e na Casa do Povo de Peroguarda (14h30).


IN: Rádio Pax

Nota: A informação sobre a perda do sinal analógico no concelho de Ferreira do Alentejo já este mês é incorrecta, uma vez que a esmagadora maioria do concelho recebe o sinal analógico do emissor do Mendro, o qual só será desligado a 26 de Abril. De lembrar ainda que Ferreira do Alentejo, de acordo com os mapas apresentados no sítio oficial da TDT está numa zona "sombra" e, como tal, deverá ter que utilizar como recurso a recepção do sinal digital via DTH (Direct-to-home), ou seja, via satélite, pois o emissor de Beja da TDT não alcança a vila bem como parte do concelho.

As meias-verdades da mudança para a TDT

Se há uma verdade na chegada da Televisão Digital Terrestre (TDT) a Portugal é esta: tem sido um processo feito de meias-verdades. A começar pelo número de pessoas que vão ser afectadas e a acabar nos apelos ao adiamento do apagão analógico. O que é realmente certo é que esta migração vai sair cara, estimando-se que custe mais de 131,3 milhões de euros aos portugueses. E que vai deixar muitas pessoas sem televisão de um segundo para o outro, já a partir da próxima quinta-feira.

Só na sexta-feira é que uma das meias-verdades veio a público. Ao contrário do que se dizia, nem toda a faixa litoral do país vai ser desligada a 12 de Janeiro. Este apagão, ao qual se seguirá o das ilhas e do interior, vai, afinal, ser repartido por cinco subfases, começando pelo emissor de Palmela e pelos retransmissores de Álcacer do Sal, Melides e Sesimbra (ver infografia).

A decisão foi tomada no início do mês pela Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom) e guardada a sete chaves. Isto porque se receava que a população adiasse ainda mais a preparação para a migração, caso se soubesse mais cedo que nem todas as estações vão ser afectadas. O regulador já sabia, o Governo já sabia, a PT (que ganhou o concurso para implementação da TDT em Portugal) também já sabia. A população... não.

IN: Público

Nota: O Público divulga mais conteúdo desta notícia na edição impressa de hoje

Quatro emissores vão manter-se ligados na primeira fase do processo da TDT

Porque também servem região interior

Quatro emissores vão manter-se ligados na primeira fase do processo da TDT

Quatro dos actuais emissores de sinal de televisão vão manter-se em funcionamento durante a primeira fase de desligamento do sinal analógico e sua substituição pelo digital, que decorre a partir de 12 de Janeiro na faixa litoral.

 Emissor da Fóia - Monchique

 

De acordo com o plano de 'switch-off' (desligamento) das emissões televisivas em sinal analógico para o digital feito pelo regulador Anacom, no âmbito da introdução da Televisão Digital Terrestre (TDT), a primeira fase arranca na próxima semana, com os emissores e retransmissores que asseguram a cobertura da faixa litoral de Portugal continental a serem desligados.

No entanto, "há questões técnicas que obrigam a manter na faixa litoral quatro emissores", como são o caso de Monte da Virgem, Montejunto, Marão e Lousã, o que já estava identificado e previsto no plano de 'switch-off', diz Eduardo Cardadeiro, administrador da Anacom - Autoridade Nacional das Comunicações.

"São emissores que estão a fornecer o sinal a retransmissores que estão na zona do interior e, por essa razão, não podem ser desligados nesta fase", adiantou, apesar de estes estarem na faixa litoral. Embora estes emissores continuem a fornecer sinal, "todas as famílias que residem na faixa litoral vão ter de estar preparadas" para a introdução da TDT, uma vez que "correm o risco de deixarem de ter televisão".

No entanto, aqueles que tiverem as antenas direcionadas para os emissores que não forem desligados vão continuar a ter televisão analógica por mais algum tempo, até 26 de Abril, que é quando se dá o 'apagão' definitivo do sinal analógico.

Eduardo Cardadeiro, administrador com o pelouro da TDT, conta que o regulador está a monitorizar diariamente e ao detalhe o processo de desligamento, uma vez que há "um conjunto de considerações que tem de ser tido em conta", nomeadamente a parte técnica. Cardadeiro chama ainda a atenção de que a área de influência de um emissor "não se confina às limitações dos concelhos", ou seja, às limitações administrativas do território. Por isso, no limite, é difícil dizer que todos moradores de um determinado concelho vão deixar de ter televisão num determinado dia e a determinada hora.

"Mesmo nas zonas do litoral pode haver pessoas que tenham televisão analógica e outras que não", diz o administrador, sublinhando que a fronteira é definida "com o maior rigor técnico possível".

O plano de 'switch-off' arranca no próximo dia 12 e será faseado. A 22 de Março mudam os emissores e retransmissores das regiões autónomas dos Açores e da Madeira. E a 26 de Abril será o apagão das restantes transmissões analógicas do território continental.

IN: Público
 


sábado, 7 de janeiro de 2012

O debate sobre a TDT da RTP Informação - Na íntegra e sem cortes

ANACOM alterou calendarização dos desligamentos analógicos da primeira fase



A ANACOM aprovou, a 5 de Janeiro de 2012, um ajustamento da calendarização dos desligamentos a ocorrer na 1.ª fase do plano para a cessação das emissões analógicas terrestres de televisão (plano para o switch-off - PSO). Deste modo, esta Autoridade estima aumentar a possibilidade de correção de eventuais deficiências e reduzir o impacto associado à operação em curso.
Mantendo a data prevista de 12 de janeiro para o início da 1.ª fase do PSO, a ANACOM fixa o seguinte calendário:
•Serão desligadas a 12.01.2012 as seguintes estações:
Emissor: Palmela;
Retransmissores: Alcácer do Sal, Melides e Sesimbra.


•Serão desligadas a 23.01.2012 as seguintes estações:
Emissor: Fóia - Monchique;
Retransmissores: Santiago do Cacém, Cercal do Alentejo, Odemira, Odeceixe, Monchique, Aljezur e Silves.


•Serão desligadas a 01.02.2012 as seguintes estações:
Emissor: Lisboa-Monsanto;
Retransmissores: Areeiro, Barcarena, Caparica, Carvalhal, Cheleiros, Estoril, Graça, Montemor-o-Novo, Odivelas, Sintra, Malveira, Sobral de Monte Agraço, Coruche e Cabeção.


•Serão desligadas a 13.02.2012 as seguintes estações:
Emissor: Reguengo do Fetal;
Retransmissores: Vale de Santarém, Sobral da Lagoa, Mira de Aire, Candeeiros, Alcaria, Tomar, Ourém, Caranguejeira, Leiria, Alvaiázere, Avelar, Pombal, Castanheira de Pera, Espinhal, Senhora do Circo, Padrão, Ceira dos Vales, Vale de Açôr, Vila Nova de Ceira, Ceira, Coimbra, Caneiro, Cidreira, Lorvão, Penacova, Mortágua, Avô e Benfeita.


•Serão desligadas a 23.02.2012 as seguintes estações:
Emissor: São Macário;
Retransmissores: Préstimo, Viseu, Cedrim, Vouzela, Vale de Cambra, Covas do Monte, Santa Maria da Feira, Arouca, Rio Arda, Lalim, Vila Nova de Gaia, Foz, Valongo, Santo Tirso, Caldas de Vizela, Caldas de Vizela II, Amarante, Gondar, São Domingos, Ancede, Caldas de Aregos, Resende, Lamego e Santa Marta de Penaguião.

Refira-se ainda que o retransmissor de Malhada, cujo desligamento estava previsto para a 1.ª fase do PSO, será desligado na 3.ª fase, momento em que será também desligado o retransmissor que alimenta (Malhada II).
Recorde-se que o PSO – que foi aprovado por deliberação desta Autoridade de 24 de Junho de 2010 - integra mais duas fases: a 22 de março de 2012 (Açores e Madeira) e a 26 de abril de 2012 (restante território continental).

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Emissores da Fóia e Santiago do Cacém desligados dia 12 de Janeiro

ATENÇÃO



O TDT no Alentejo relembra os telespectadores que recebem as emissões de televisão dos emissores da Fóia e Santiago do Cacem e os retransmissores directamente ligados a estes emissores, que o sinal vai ser desligado já no dia 12 de Janeiro. Deverão migrar para a TDT até à próxima quinta-feira, não se esqueçam!

Os equívocos da TDT - Vale a pena ler!

Caros leitores, recomendo que leiam o seguinte artigo publicado por Sergio Denicoli que é graduado em Jornalismo e em Publicidade, Mestre em Informação e Jornalismo, doutorando em Ciências da Comunicação e professor da Universidade do Minho. Investiga a implementação da TV digital terrestre em Portugal, sob orientação da Dra. Helena Sousa. Durante 10 anos foi jornalista da Rede Globo, onde actuou na Rádio CBN (Central Brasileira de Notícias) e TV Globo/ES. Recentemente participou no debate sobre a TDT promovido pela RTP Informação.

Sigam o link

http://tvdigital.wordpress.com/2011/12/29/equivocos-da-tdt-o-apagao-no-litoral-que-nao-sera-apagao/

Governo recusa adiar ‘apagão’

O ministro dos Assuntos Parlamentares assegurou ontem no Parlamento que os prazos de implementação da Televisão Digital Terrestre (TDT) vão ser cumpridos, apesar de a oposição alertar para a possibilidade de milhares ficarem sem televisão.



"Esta não é uma matéria de combate político", alertou Miguel Relvas. No final do discurso, e em jeito de provocação, o ministro convidou os líderes parlamentares a assistirem ao ‘apagão’ (transição do sinal analógico para o digital), no dia 12.
Entretanto, a Deco diz ter recebido cerca 80 reclamações relacionadas com a fraca qualidade do sinal digital. "O adiamento só por si não basta. De-ve haver uma reforma do processo, com uma maior oferta de canais e um reforço da subsidiação", disse ao CM Tito Rodrigues, da Deco.
Já Amado da Silva, presidente do Regulador, desvalorizou as polémicas e alertou para as implicações financeiras de um adiamento, já que o espectro radioeléctrico já foi a leilão.
Hoje, a comissão de trabalhadores da RTP entrega no Ministério Público uma queixa sobre o modo de implementação da TDT a solicitar que sejam adoptados "procedimentos adequados e necessários à tutela dos interesses dos consumidores."
Ontem, a PT anunciou que vai aumentar para 37 euros a comparticipação na aquisição de descodificadores para quem receber o sinal por satélite, fixando em 40 euros o custo total. Ao CM, a PT não revela quantos pedidos de subsídio já recebeu ou quantos foram aceites. 

IN: Correio da Manhã

Canal de alta definição na TDT não será usado por falta de acordo entre RTP, SIC e TVI

O canal de alta definição que estava previsto emitir no pacote gratuito da Televisão Digital Terrestre e que seria usado pelos três operadores de sinal aberto não vai ser usado, disse hoje o ministro Miguel Relvas no Parlamento.



Este seria o sexto canal do chamado multiplex A, que inclui os actuais quatro canais de sinal aberto e o quinto canal cujo processo de atribuição da licença está pendente em tribunal.

O ministro da tutela disse esta tarde no Parlamento, onde decorre o debate de urgência sobre a TDT pedido pelo PCP, que o "canal de alta definição não vai existir porque os três operadores teriam que se entender nesta matéria, e não se entenderam sobre a utilização dessa frequência". Miguel Relvas não adiantou mais explicações, limitou-se a dizer "é uma questão entre eles".

Às críticas dos partidos da oposição de que a oferta de canais no pacote gratuito é escasso, o ministro respondeu atirando a culpa para o Governo socialista que elaborou o caderno de encargos e que assim o decidiu. "Haver mais ou menos canais decorre apenas do concurso."

Miguel Relvas contou que o Governo ponderou adiar mas perante "os custos adicionais para os operadores decorrentes dos contratos com a PT" a ideia foi abandonada.Garantiu, então, que os prazos previstos para o desligamento serão mantidos e cumpridos.

Sobre a cobertura do sinal digital terrestre não abarcar todo o território, o ministro considera que "a obrigação da PT da cobertura de 90 por cento do território está cumprida, e a da restante quota de 10 por satélite também".


IN: Público

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

PT baixa preço dos descodificadores para satélite

A PT vai aumentar para 37 euros a comparticipação na aquisição de caixas descodificadoras para quem irá receber por satélite a TDT, fixando em 40 euros o custo por caixa, contra os 55 euros praticados até agora. 
"A PT confirma que irá aumentar significativamente a comparticipação para a aquisição de descodificadores de TDT complementar, tendo presente a evolução dos preços de mercado dos descodificadores e acatando as indicações do ICP - Anacom", indicou à Lusa a PT.
"Todos os cidadãos que tiverem necessidade de adquirir um descodificador de TDT complementar irão passar a pagar 40 euros em vez dos atuais 55 euros. A comparticipação da PT aumenta assim para 37 euros", esclareceu a operadora, obedecendo assim à indicação dada pelo regulador relativamente aos preços destes equipamentos.
Os novos limites da comparticipação retroagem a 7 de outubro, indicou fonte da ANACOM. Significa que os utilizadores de TDT que recebem o sinal de televisão via satélite e que tiverem comprado as caixas descodificadoras do sinal digital depois dessa data receberão agora 37 euros, em vez dos 22 euros que irão receber todos aqueles que se tiverem antecipado àquela data.
Por outro lado, os utilizadores mais carenciados (beneficiários de Rendimento Social de Inserção, reformados e pensionistas com pensões até 500 euros e deficientes com incapacidades iguais ou superiores a 60 por cento), irão pagar apenas 50 por cento do preço limite fixado, ou seja, 20 euros.
A determinação da PT decorre de uma decisão de sentido provável tomada pelo regulador, que verificou uma descida de preços de ordem semelhante no custo das caixas descodificadoras para o sinal digital terrestre por transmissor, e responde à obrigação de equidade para ambos os tipos de utilizadores.

IN: Diário de Notícias

PS pede ao Governo cobertura universal da TDT sem custos para as populações

E mais canais no pacote de acesso livre

PS pede ao Governo cobertura universal da TDT sem custos para as populações 

 
O Partido Socialista quer que o Governo assegure que haverá cobertura universal do sinal digital, seja por TDT seja por satélite, sem custos adicionais para os cidadãos que se encontram nas chamadas “zonas sombra”.
De acordo com um projecto de recomendação que o PS entregou hoje no Parlamento, o partido quer também que seja promovida a abertura de mais canais, à imagem do que tem sido feito no resto da Europa.

“Sabe-se desde o início que não seria possível uma cobertura total de 100 por cento por via terrestre. Mas no acordo inicial estava definido que 100 por cento da população tivesse acesso e que isso não ia representar custos adicionais”, afirmou esta manhã a deputada socialista Inês de Medeiros aos jornalistas, comentando o projecto do partido.

O que aconteceu, segundo Inês de Medeiros, é que “a PT criou um sistema que vem onerar excessivamente as pessoas das zonas sombra”, que as obriga a comprar equipamento para ter acesso à TDT através de satélite. Serão cerca de 1,3 milhões de pessoas que estão nessas zonas, queixaram-se os representantes dos municípios ao PS. E a Anacom permitiu que isso aconteça, com uma decisão de Abril de 2011, legitimando uma espécie de acrescento ao contrato assinado em 2008, que resultou “de um concurso público”, vinca a deputada.

“As condições que estão a ser propostas não são admissíveis”, vinca Inês de Medeiros, tal como também não é aceitável “que todos os sistemas não estejam a funcionar quando se previa, que era, segundo o contrato, em Dezembro de 2010”.

Questionada sobre se deve ser o Estado a custear esse acréscimo de despesa dos espectadores das zonas sombra, Inês de Medeiros respondeu que “estava previsto um apoio do Estado no acordo inicial, uma comparticipação no descodificador”. E que o PS se vai bater pela equidade

Debate de urgência esta quinta-feira

Entretanto, o PCP defendeu esta manhã o adiamento dos prazos do desligamento do sinal analógico, cujo processo começa no dia 12 deste mês e se estende até 26 de Abril, data marcada para o “apagão”. O partido entregou um projecto de resolução sobre o tema. “Mais de um milhão de pessoas podem ficar de fora da rede digital e estão a ser-lhes impostos custos acrescidos para terem direito aos canais de sinal aberto”, critica o líder parlamentar comunista Bernardino Soares.

O PS, porém, não pede o adiamento. “É cómodo politicamente dizer ‘adie-se’”, critica a deputada socialista. “ Importa-nos assegurar a equidade no acesso ao sinal de televisão. Se o Governo decidir que é preciso adiar o apagão para resolver esse problema então que o faça”, afirma Inês de Medeiros.

Questionada sobre o facto de se estar em cima do calendário da entrega do espectro respeitante às licenças de quarta geração aos operadores móveis – prevista para esta Primavera -, Inês de Medeiros considera que “antes do sinal da quarta geração é preciso garantir o direito básico de acesso à televisão de sinal aberto”.

Na segunda-feira Os Verdes também questionaram o Governo sobre os motivos pelos quais parte do território nacional fica sem cobertura da Televisão Digital Terrestre (TDT), considerando que esta situação cria desigualdades entre a população.

 IN: Público