Este é certamente um bom presságio para o futuro da TDT, fazendo-nos esquecer 2011, com o desaparecimento de muitos canais. De facto, 2012 começou com dois novos canais o é algo digno de registo. O primeiro é a TV Energia, o canal Mediaset orientado para o sexo masculino que podemos ver na frequência onde estava antes Canal + Two. A segunda é o Discovery Max, que já começou oficialmente a emitir na frequência de Veo TV. Também há mais canais esperados para os primeiros tempos deste ano, ainda assim desconhece-se qual o novo canal vai ocupar o lugar de La 10. Notícias reveladas hoje pela Tele Digital espanhola dão conta de que o mais certo é que a frequência do La 10 seja ocupada pelo canal Paramount Comedy, em sinal aberto, claro está!
Fonte: Tele Digital
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
APAGÃO ANALÓGICO: EMISSOR DE PALMELA É DESLIGADO ESTA QUINTA-FEIRA
Mensagem semelhante a este deverá surgir nos ecrãs após o desligamento dos emissores analógicos
O TDT no Alentejo lembra os telespectadores servidos pelo emissor de PALMELA e pelos retransmissores de Alcácer do Sal, Melides e Sesimbra que o sinal analógico de televisão dos mesmos será desligado esta quinta-feira, dia 12 de Janeiro. Assim, deverão migrar para a Televisão Digital Terrestre.
Recordamos que no dia 23 de Janeiro segue-se o desligamento do emissor da FÓIA (Monchique) e dos retransmissores de Santiago do Cacém, Cercal do Alentejo, Odemira, Odeceixe, Monchique, Aljezur e Silves.
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Apoios à TDT deveriam chegar a 455 mil pessoas
Grupos carenciados têm subsídios, mas os pedidos estarão aquém do previsto. Apagão começa quinta-feira no litoral, repartido por cinco fases.
A compra de equipamentos adaptados à Televisão Digital Terrestre (TDT), que chegará ao litoral na próxima quinta-feira, tem direito a uma comparticipação para casos de famílias carenciadas.
A Anacom, que está a gerir o processo, estima que haja 445 mil pessoas nesta situação em Portugal, podendo usufruir de um desconto até 50%. No entanto, os pedidos de apoio estarão muito aquém do previsto.
De acordo com a Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom), os inquéritos realizados até agora mostram que cerca de 35% dos portugueses preenchem os requisitos para pedir a comparticipação.
Ou seja, tendo em conta o número total de famílias afectadas pela migração para o digital (1,3 milhões), haverá em Portugal cerca de 445 mil pessoas aptas para receber este apoio, que tem de ser concedido pela Portugal Telecom - a empresa que ganhou o concurso para implementação da TDT no país.
No entanto, a operadora continua sem revelar quantos pedidos já recebeu. Sabe-se apenas que estarão muito abaixo dos 445 mil apontados pela Anacom, sendo que se tem justificado essa diferença com o facto de muitos portugueses terem deixado a compra dos equipamentos para a véspera do apagão.
Foi fixada uma verba total de dez milhões para a PT gastar em subsídios, mas, se o ritmo de pedidos continuar lento, esse dinheiro poderá ficar por desembolsar.
A comparticipação é dada por cada equipamento comprado, seja um descodificador (para as zonas com cobertura do sinal digital), seja um satélite (para as zonas que terão de captar o sinal por meios alternativos).
E foram definidos três grupos carenciados que têm direito a subsídio, podendo pedir até 50% do valor gasto com estes aparelhos.
Haverá ainda um custo adicional para receber TDT. Nas zonas sem cobertura, é necessário pagar ainda pela instalação do satélite, cujo preço médio rondará 61 euros, mas pode ser superior.
E, mesmo nas zonas com cobertura (90% do território nacional está nesta situação), poderá ser necessário chamar um técnico para redireccionar ou até instalar uma nova antena.
Ontem, a Anacom revelou que, nos inquéritos realizados na semana passada, 70% dos portugueses dizem já estar preparados para receber a TDT e outros 20% dizem que o farão até 12 de Janeiro - data do primeiro apagão do analógico. O desligamento começa no litoral, mas apenas afectará um emissor (Palmela) e três retransmissores (Alcácer do Sal, Melides e Sesimbra).
Seguir-se-ão depois outras quatro subfases no litoral e, a 22 de Março, será desligado o sinal analógico nas ilhas. O último passo será dado no interior do país, a 26 de Abril. Apesar de ter havido um faseamento do apagão no litoral, a Anacom garantiu ontem que as datas do restante território serão para cumprir.
Esta decisão está relacionada com o facto de o Governo já ter vendido as frequências que vão ficar livres com a TDT. E de se ter comprometido com as três empresas que as compraram (PT, Sonaecom e Vodafone) de que estariam disponíveis a 26 de Abril.
IN: Público
A compra de equipamentos adaptados à Televisão Digital Terrestre (TDT), que chegará ao litoral na próxima quinta-feira, tem direito a uma comparticipação para casos de famílias carenciadas.
A Anacom, que está a gerir o processo, estima que haja 445 mil pessoas nesta situação em Portugal, podendo usufruir de um desconto até 50%. No entanto, os pedidos de apoio estarão muito aquém do previsto.
De acordo com a Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom), os inquéritos realizados até agora mostram que cerca de 35% dos portugueses preenchem os requisitos para pedir a comparticipação.
Ou seja, tendo em conta o número total de famílias afectadas pela migração para o digital (1,3 milhões), haverá em Portugal cerca de 445 mil pessoas aptas para receber este apoio, que tem de ser concedido pela Portugal Telecom - a empresa que ganhou o concurso para implementação da TDT no país.
No entanto, a operadora continua sem revelar quantos pedidos já recebeu. Sabe-se apenas que estarão muito abaixo dos 445 mil apontados pela Anacom, sendo que se tem justificado essa diferença com o facto de muitos portugueses terem deixado a compra dos equipamentos para a véspera do apagão.
Foi fixada uma verba total de dez milhões para a PT gastar em subsídios, mas, se o ritmo de pedidos continuar lento, esse dinheiro poderá ficar por desembolsar.
A comparticipação é dada por cada equipamento comprado, seja um descodificador (para as zonas com cobertura do sinal digital), seja um satélite (para as zonas que terão de captar o sinal por meios alternativos).
E foram definidos três grupos carenciados que têm direito a subsídio, podendo pedir até 50% do valor gasto com estes aparelhos.
Haverá ainda um custo adicional para receber TDT. Nas zonas sem cobertura, é necessário pagar ainda pela instalação do satélite, cujo preço médio rondará 61 euros, mas pode ser superior.
E, mesmo nas zonas com cobertura (90% do território nacional está nesta situação), poderá ser necessário chamar um técnico para redireccionar ou até instalar uma nova antena.
Ontem, a Anacom revelou que, nos inquéritos realizados na semana passada, 70% dos portugueses dizem já estar preparados para receber a TDT e outros 20% dizem que o farão até 12 de Janeiro - data do primeiro apagão do analógico. O desligamento começa no litoral, mas apenas afectará um emissor (Palmela) e três retransmissores (Alcácer do Sal, Melides e Sesimbra).
Seguir-se-ão depois outras quatro subfases no litoral e, a 22 de Março, será desligado o sinal analógico nas ilhas. O último passo será dado no interior do país, a 26 de Abril. Apesar de ter havido um faseamento do apagão no litoral, a Anacom garantiu ontem que as datas do restante território serão para cumprir.
Esta decisão está relacionada com o facto de o Governo já ter vendido as frequências que vão ficar livres com a TDT. E de se ter comprometido com as três empresas que as compraram (PT, Sonaecom e Vodafone) de que estariam disponíveis a 26 de Abril.
IN: Público
ATENÇÃO: EMISSOR DA FÓIA SERÁ DESLIGADO A 23 DE JANEIRO DE 2012
Emissor da Fóia - Foto: José Moreira
Caso não tenha cobertura terrestre deverá informar-se junto da PT e da ANACOM sobre a aquisição do Kit Satélite DTH.
Não esqueça, se é servido pela Fóia, fica sem televisão analógica no dia 23 de Janeiro. Para além do emissor da Fóia, serão desligados os retransmissores de Santiago do Cacém, Cercal do Alentejo, Odemira, Odeceixe, Monchique, Aljezur e Silves.
No Baixo Alentejo existem concelhos que são total ou parcialmente servidos pelo centro emissor da Fóia, nomeadamente Odemira, Ourique, Castro Verde, Almodôvar e, pontualmente, alguns locais dos concelhos de Beja, Aljustrel e Sines.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Padres divulgam TDT nas igrejas
A Anacom pediu ajuda à Igreja para divulgar a Televisão Digital Terrestre (TDT). Foram enviadas quatro mil cartas a todas as paróquias, informando sobre o processo do final do sinal analógico para que os párocos pudessem alertar as populações sobre o que é necessário fazer para continuar a ver TV. "É um serviço que se presta à população. No fim das missas íamos dando conhecimento às pessoas", revela ao CM o padre Manuel Morujão, porta-voz da Conferência Episcopal, que autorizou o envio das cartas em Novembro.
"Também informámos os doentes e as pessoas mais idosas que não vão à missa. Pois são as mais visadas e as que passam mais tempo frente ao televisor", explica o pároco. Alguns padres pediram mais informação para passar aos paroquianos, bem como alguns textos para inserirem nos boletins paroquiais.
Preocupada com a forma como os mais idosos entendem a transição da TV analógica para a digital, o regulador fez também uma parceira com os CTT para dar formação aos carteiros e ao pessoal das estações.
O desligar do sinal analógico no Litoral do País arranca na quinta-feira, dia 12, com o fecho do emissor de Palmela e dos retransmissores de Alcácer do Sal, Melides e Sesimbra, uma operação que vai afectar cerca de um milhão de pessoas.
A 23 de Janeiro o apagão chega a Odemira, Odeceixe, Aljezur, Santiago do Cacém e Silves. A 1 de Fevereiro é a vez da região de Lisboa, Estoril, Montemor-o--Novo, Odivelas e Sintra. O apagão desloca-se para o Centro do País a 13 de Fevereiro e a 23 chega ao Norte. Segue-se, a 22 de Março, Açores e Madeira e a 26 de Abril o restante território.
IN: Correio da Manhã
ATENÇÃO: ANACOM INDUZ POPULAÇÕES DO ALENTEJO EM ERRO
Emissor analógico do MENDRO
A ANACOM - Autoridade Nacional das Comunicações, tem vindo a induzir as populações do Baixo Alentejo em erro, pois tem divulgado através do seu sítio oficial que os concelhos de Aljustrel, Alvito, Beja, Cuba e Ferreira do Alentejo ficarão sem sinal de televisão analógica em Janeiro. No distrito de Évora, a ANACOM refere-se ainda a Viana do Alentejo como localidade a ficar sem sinal em Janeiro. Ora tais afirmações são completamente falsas, pois a esmagadora maioria destes concelhos é servida pelo emissor analógico do MENDRO, (Vidigueira) o qual só será desligado a 26 de Abril deste ano. Assim, até Abril, as populações destes concelhos tem o sinal analógico de TV garantido!
A excepção vai para Odemira e Ourique (Baixo-Alentejo) que, na sua maioria recebem as emissões analógicas do emissor da Fóia (Monchique). De salientar que os Concelhos de Castro Verde e Almodôvar (não mencionados no documento da ANACOM, são servidos pelos emissores analógicos do Mendro e Fóia. Quem tiver as antenas orientadas à Fóia deverá ficar sem sinal analógico no dia 23 de Janeiro, excepto se re-orientar a sua antena para o Mendro.
É de lamentar que, apesar de termos alertado a ANACOM insistentemente para este facto, o documento não tenha sido corrigido nem a população devidamente informada, tal como é dever da ANACOM enquanto regulador do sector.
Também importa dizer que neste documento, o emissor do MENDRO, sendo um dos mais importantes e potentes do país, não seja uma única vez referido como opção até 26 de Abril.
É triste e lamentável que a própria ANACOM não conheça a realidade do país no terreno.
Fica o link do documento para que possam ver por vocês próprios:
http://www.anacom.pt/render.jsp?categoryId=344207
Câmara de Ferreira do Alentejo esclarece munícipes sobre TDT
Aníbal Costa, presidente da Câmara de Ferreira do Alentejo, refere que este foi um processo “muito mal conduzido a nível central”. O autarca considera que o município está a intervir “num campo que não é o seu” mas que tem “o dever moral de tentar informar as pessoas”. Aníbal Costa lamenta que “de um momento para o outro” existam populações que podem ficar sem televisão. Numa altura em que a Câmara trabalha num processo de inclusão a nível das tecnologias de informação, no entender do autarca, “não existem razões para que a TDT promova a exclusão”.
Hoje têm lugar sessões de esclarecimento no Centro Cultural de Alfundão (10h30) e na Casa do Povo de Peroguarda (14h30).
IN: Rádio Pax
Nota: A informação sobre a perda do sinal analógico no concelho de Ferreira do Alentejo já este mês é incorrecta, uma vez que a esmagadora maioria do concelho recebe o sinal analógico do emissor do Mendro, o qual só será desligado a 26 de Abril. De lembrar ainda que Ferreira do Alentejo, de acordo com os mapas apresentados no sítio oficial da TDT está numa zona "sombra" e, como tal, deverá ter que utilizar como recurso a recepção do sinal digital via DTH (Direct-to-home), ou seja, via satélite, pois o emissor de Beja da TDT não alcança a vila bem como parte do concelho.
As meias-verdades da mudança para a TDT
Se há uma verdade na chegada da Televisão Digital Terrestre (TDT) a Portugal é esta: tem sido um processo feito de meias-verdades. A começar pelo número de pessoas que vão ser afectadas e a acabar nos apelos ao adiamento do apagão analógico. O que é realmente certo é que esta migração vai sair cara, estimando-se que custe mais de 131,3 milhões de euros aos portugueses. E que vai deixar muitas pessoas sem televisão de um segundo para o outro, já a partir da próxima quinta-feira.
Só na sexta-feira é que uma das meias-verdades veio a público. Ao contrário do que se dizia, nem toda a faixa litoral do país vai ser desligada a 12 de Janeiro. Este apagão, ao qual se seguirá o das ilhas e do interior, vai, afinal, ser repartido por cinco subfases, começando pelo emissor de Palmela e pelos retransmissores de Álcacer do Sal, Melides e Sesimbra (ver infografia).
A decisão foi tomada no início do mês pela Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom) e guardada a sete chaves. Isto porque se receava que a população adiasse ainda mais a preparação para a migração, caso se soubesse mais cedo que nem todas as estações vão ser afectadas. O regulador já sabia, o Governo já sabia, a PT (que ganhou o concurso para implementação da TDT em Portugal) também já sabia. A população... não.
IN: Público
Nota: O Público divulga mais conteúdo desta notícia na edição impressa de hoje
Só na sexta-feira é que uma das meias-verdades veio a público. Ao contrário do que se dizia, nem toda a faixa litoral do país vai ser desligada a 12 de Janeiro. Este apagão, ao qual se seguirá o das ilhas e do interior, vai, afinal, ser repartido por cinco subfases, começando pelo emissor de Palmela e pelos retransmissores de Álcacer do Sal, Melides e Sesimbra (ver infografia).
A decisão foi tomada no início do mês pela Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom) e guardada a sete chaves. Isto porque se receava que a população adiasse ainda mais a preparação para a migração, caso se soubesse mais cedo que nem todas as estações vão ser afectadas. O regulador já sabia, o Governo já sabia, a PT (que ganhou o concurso para implementação da TDT em Portugal) também já sabia. A população... não.
IN: Público
Nota: O Público divulga mais conteúdo desta notícia na edição impressa de hoje
Quatro emissores vão manter-se ligados na primeira fase do processo da TDT
Porque também servem região interior
Quatro emissores vão manter-se ligados na primeira fase do processo da TDT
Quatro dos actuais emissores de sinal de televisão vão manter-se em funcionamento durante a primeira fase de desligamento do sinal analógico e sua substituição pelo digital, que decorre a partir de 12 de Janeiro na faixa litoral.
Emissor da Fóia - Monchique
De acordo com o plano de 'switch-off' (desligamento) das emissões televisivas em sinal analógico para o digital feito pelo regulador Anacom, no âmbito da introdução da Televisão Digital Terrestre (TDT), a primeira fase arranca na próxima semana, com os emissores e retransmissores que asseguram a cobertura da faixa litoral de Portugal continental a serem desligados.
No entanto, "há questões técnicas que obrigam a manter na faixa litoral quatro emissores", como são o caso de Monte da Virgem, Montejunto, Marão e Lousã, o que já estava identificado e previsto no plano de 'switch-off', diz Eduardo Cardadeiro, administrador da Anacom - Autoridade Nacional das Comunicações.
"São emissores que estão a fornecer o sinal a retransmissores que estão na zona do interior e, por essa razão, não podem ser desligados nesta fase", adiantou, apesar de estes estarem na faixa litoral. Embora estes emissores continuem a fornecer sinal, "todas as famílias que residem na faixa litoral vão ter de estar preparadas" para a introdução da TDT, uma vez que "correm o risco de deixarem de ter televisão".
No entanto, aqueles que tiverem as antenas direcionadas para os emissores que não forem desligados vão continuar a ter televisão analógica por mais algum tempo, até 26 de Abril, que é quando se dá o 'apagão' definitivo do sinal analógico.
Eduardo Cardadeiro, administrador com o pelouro da TDT, conta que o regulador está a monitorizar diariamente e ao detalhe o processo de desligamento, uma vez que há "um conjunto de considerações que tem de ser tido em conta", nomeadamente a parte técnica. Cardadeiro chama ainda a atenção de que a área de influência de um emissor "não se confina às limitações dos concelhos", ou seja, às limitações administrativas do território. Por isso, no limite, é difícil dizer que todos moradores de um determinado concelho vão deixar de ter televisão num determinado dia e a determinada hora.
"Mesmo nas zonas do litoral pode haver pessoas que tenham televisão analógica e outras que não", diz o administrador, sublinhando que a fronteira é definida "com o maior rigor técnico possível".
O plano de 'switch-off' arranca no próximo dia 12 e será faseado. A 22 de Março mudam os emissores e retransmissores das regiões autónomas dos Açores e da Madeira. E a 26 de Abril será o apagão das restantes transmissões analógicas do território continental.
IN: Público
sábado, 7 de janeiro de 2012
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