domingo, 10 de junho de 2012

RTP 1 vai passar a emitir em 16:9 maioria dos programas


A RTP 1 vai passar a emitir a maioria dos seus programas no formato 16:9 . É uma notícia que o TDT no Alentejo está a tentar desenvolver em actualização. Mantenha-se atento!

quinta-feira, 7 de junho de 2012

TDT passa a custar à RTP e SIC 2,9 milhões por ano


Acordo estabelecido com a Portugal Telecom permite uma poupança de 550 mil euros, por ano e por canal das emissoras. TVI negoceia isoladamente.

A RTP e a SIC vão pagar à Portugal Telecom (PT) cerca de 2,95 milhões de euros por ano, pelo sinal da Televisão Digital Terrestre (TDT).
Ao que Diário Económico conseguiu apurar junto de fontes próximas do processo, o custo inicialmente previsto para a transmissão do sinal digital - que substituiu o sinal analógico de forma definitiva, em Portugal, no passado mês de Abril - rondava os 3,5 milhões, mas as duas operadoras de televisão já chegaram a um princípio de acordo que se prevê abaixo do previsto no memorando.
Este valor reflecte uma poupança de 550 mil euros e o acordo está pensado para um período de 15 anos. Apesar de haver já um princípio de entendimento no que diz respeito ao preço, o Diário Económico sabe que algumas cláusulas ainda estão por justar.
A TVI ficou de fora das conversações porque o contrato que liga a PTàestação privada é diferente do das restantes operadoras porque, aquando do lançamento do concurso público da TDT, em 2008, a Media Capital alienou à PTa sua rede de distribuição de sinais televisivos, a RETI, o que permitiu à empresa de telecomunicações concorrer - e vencer - a licença.

IN: Diário Económico

TDT: Anacom reconhece, pela primeira vez, problemas de sinal



A Deco criticou esta quarta-feira a entidade reguladora das comunicações, a Anacom, pela falta de alertas face às alterações nas frequências de Televisão Digital Terrestre (TDT), que vão obrigar os consumidores a pagar para mudar a sintonização das antenas. Pela primeira vez, a Anacom reconhece os problemas de sinal.

«A 18 de maio último, a Anacom viu-se forçada a atribuir à Portugal Telecom uma nova licença de seis meses: o sinal TDT será emitido em mais três intervalos de frequência, para sintonizar os quatro canais livres, difundidos pelos emissores de Monte da Virgem, da Lousã e de Montejunto», refere a organização de defesa dos consumidores em comunicado, acrescentando que «esta solução drástica revela falhas no acompanhamento que a ANACOM deveria ter feito durante a implementação da TDT».

O secretário-geral da Deco, Jorge Morgado, citado pela Lusa, explicou que as alterações «fizeram com que fosse necessário religar emissores que já estavam desligados» e que «isso provoca uma situação perfeitamente desarranjada e desajustada porque vai fazer com que, em muitos sítios, haja necessidade de fazer uma nova orientação das antenas».

Para além de todo o incómodo gerado, é provável que existam custos para os utilizadores «porque é preciso chamar de novo técnicos para restabelecer a qualidade do sinal» e «isto tudo acontece porque a Anacom não fez uma fiscalização eficaz e este processo não foi devidamente planificado e acompanhado», acusou o secretário-geral.

Por isso, defende que «a Anacom devia vir a público explicar exatamente o que vai acontecer, para que os consumidores saibam qual é o problema e tomem as medidas adequadas», sendo «fundamental que informe que não vai haver despesas a suportar pelas populações com esta situação».

Desde o apagão a 26 de abril, as reclamações no portal da entidade duplicaram, passando de 684 para cerca de 1400, sendo quase todas referentes a sinal instável e perda de receção.

«A Anacom, como entidade reguladora, tem de tomar medidas que permitam que todos os portugueses tenham a possibilidade de ter acesso aos quatro canais de televisão. E, ter acesso é ter qualidade de sinal e durante todo o dia» concluiu.


IN: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/empresas/deco-tdt-anacom-denuncias-agencia-financeira/1353428-1728.html

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Anacom tenta resolver falhas no sinal da TDT

A Anacom (Autoridade Nacional de Comunicações) encontrou uma solução temporária para as falhas de sinal da TDT. Durante 180 dias a PT – responsável pela transmissão do sinal digital de televisão – vai poder utilizar três emissores para cobrir as zonas onde é mais difícil ver TV desde o apagão.
A solução faz parte de uma deliberação emitida pela Anacom a 18 de Maio, momento em que a entidade reguladora admitiu a existência de problemas técnicos «que impediram a visualização dos quatros canais de acesso gratuito por períodos demasiado prolongados».
A Anacom justifica, contudo, o facto de a licença de utilização dos transmissores de Monte da Virgem, Lousã e Montejunto ser temporária por ainda se estar «a proceder à optimização da rede». Ou seja, o regulador acredita que, no final destes 180 dias, a PT fará «os ajustamentos técnicos» necessários para «ultrapassar com a maior brevidade possível os constrangimentos registados». Para a Anacom não se trata de reforçar a cobertura de TDT, porque desde o início do processo de transição que aquele organismo tem vindo a afirmar que o sinal chega a 94% da população portuguesa por via terrestre e a 6% por satélite.
No blogue ‘TV Digital em Portugal’, o engenheiro de Telecomunicações Eliseu Macedo chama, porém, a atenção para a dificuldade em obter sinal em algumas zonas do país, explicando que a situação se poderá agravar no Verão: «Nas últimas semanas, têm-se verificado muitas falhas de recepção na rede TDT, originando milhares de queixas. Estas falhas acontecem sobretudo à noite e são mais frequentes nos dias quentes».
O especialista explica que a Natureza por vezes atrapalha a captação do sinal. «Estas falhas devem-se a um fenómeno natural muito conhecido na troposfera e ao facto de a rede portuguesa trabalhar em frequência única em todo o território continental», escreve no blogue.

Deco diz que PT não está a cumprir contrato

Apesar de a Anacom continuar a insistir na ideia de que estas falhas afectam apenas «uma parte residual da população» – como se lê na deliberação emitida a 18 de Maio –, a verdade é que o número de queixas na Deco disparou desde 26 de Abril, data do apagão final da televisão analógica.
«Entre Janeiro e Abril de 2012, recebemos 684 reclamações relacionadas com a TDT. Só desde o dia 26 de Abril foram quase outras tantas. Ao todo, são já mais de 1.300 as queixas registadas», afirma Ana Tapadinhas, jurista da Deco.
«Os principais motivos das reclamações são as falhas de sinal ou o facto de as pessoas ficarem sem televisão durante partes do dia», explica, lembrando que estas situações são reportadas em zonas que – segundo o site da PT – têm sinal de TDT por via terrestre. «O site tem imprecisões que levaram as pessoas a comprar descodificadores em regiões onde, afinal, são necessários satélites», critica a jurista, explicando que isto tem «consequências económicas».
Ana Tapadinhas considera que as falhas de sinal podem constituir um «incumprimento do contrato» assinado entre a PT e o Estado no âmbito do concurso público que atribuiu àquela operadora a transmissão da TDT. E critica o facto de a Anacom não estar a tornar pública a monitorização à cobertura digital. «Há muita informação que não é divulgada».
Até agora, a Deco tem reencaminhado todas as queixas para a Anacom, por considerar que é aquela entidade «que deve assegurar os direitos das pessoas afectadas, sobretudo as que são mais idosas ou mais pobres e têm menos capacidade reivindicativa». De resto, muitos dos problemas detectados ocorrem precisamente no interior do país.

Televisão é ‘bem essencial’

Também a Provedoria de Justiça está a reencaminhar as queixas que recebe para a Anacom. Só em Maio foram seis – de um total de 23 desde Abril de 2011 – as reclamações sobre a qualidade do sinal. Sobre os custos elevados dos aparelhos descodificadores foram oito as queixas que chegaram ao Provedor.
No entanto, a Provedoria não está ainda a analisar as questões jurídicas que podem ser suscitadas por este problema. Mas o constitucionalista Jorge Bacelar Gouveia acredita que as falhas de sinal «podem pôr em causa o direito constitucional ao acesso ao serviço público de televisão». O jurista lembra ao SOL que, apesar de a Constituição se referir apenas aos conteúdos transmitidos pela televisão, a verdade é que «sem sinal não há acesso a conteúdos».
Alguns autarcas de zonas do interior sem sinal de TDT têm referido que está posto em causa o direito à informação – também previsto na Constituição. O jurista Francisco Teixeira da Mota tem um entendimento diferente. «O Estado não pode opor-se ao acesso à informação, mas não tem de a disponibilizar».
Apesar disso, recorda que a televisão é tradicionalmente vista pelos tribunais como um bem essencial. «Lembro-me de que, quando havia penhoras, se deixava em casa das pessoas sempre alguns bens: a cama, a mesa e a televisão a preto e branco».

IN: SOL

terça-feira, 5 de junho de 2012

Televisão paga tinha em Março mais de três milhões de subscritores

No final de Março, quando metade do país já estava a receber em exclusivo o sinal de televisão digital terrestre, o número de subscrições de TV paga ultrapassava os três milhões, o que representa uma subida de 3,2 por cento em três meses.

De acordo com dados da Anacom - Autoridade Nacional de Comunicações, no final do primeiro trimestre deste ano o número total de assinantes do serviço de televisão por subscrição atingiu os 3,073 milhões, o que representava um acréscimo de 96 mil clientes (3,2 por cento) em relação ao final de Dezembro do ano passado. Um número que se encaixa nos limites máximos da previsão da Anacom.

Do total dos mais de três milhões de assinantes de televisão paga, a plataforma de cabo ainda é a preferida. O serviço de TV por cabo representa 48% dos assinantes (1,48 milhões de clientes), o satélite é a opção de 22,9% (704 mil), a televisão através de IP (internet) chega aos 19,1% (587 mil), e a quota de fibra óptica é de 10% (307 mil). A fibra óptica foi, aliás, a opção que mais cresceu no último trimestre: dos 96 mil novos clientes, 45,6% subscreveram o serviço de fibra óptica.

A larga maioria dos clientes de televisão paga subscreve este serviço integrado num pacote, que reúne ofertas como o telefone fixo e internet de banda larga fixa.

Em relação às quotas de mercado dos diversos operadores, de acordo com a Anacom o grupo ZON/TV Cabo é o líder, com 52,6% dos clientes, seguido pela PT Comunicações, que detém a marca meo, com uma quota de 36,1%, e pela Cabovisão com 8,4%.

O processo de transição do sinal analógico de televisão para o sinal digital ajudou a aumentar o número de subscritores de TV paga, sobretudo devido a um aguerrido processo de publicidade e venda desses serviços por parte das empresas operadoras. O impacto total só será percebido quando forem divulgados os números do mercado referentes mês de Abril, já que o apagão do sinal analógico ocorreu a 26 de Abril na faixa interior do país.

IN: Público

domingo, 3 de junho de 2012

GNR colabora no programa de apoio à migração para a TDT



O Comando Territorial de Beja da Guarda Nacional Republicana está a colaborar com o Instituto de Segurança Social na divulgação, identificação e promoção das candidaturas ao Programa de Subsidiação e Comparticipação na TDT- Televisão Digital Terrestre, criado pela ANACOM.

O Programa prevê a atribuição de um subsídio adicional com vista a adaptação das instalação para a recepção do sinal digital, no valor de 61 euros, a conceder a famílias cujo requerente tenha 65 ou mais anos de idade e que se encontre em situação de isolamento social. As candidaturas devem ser apresentadas até final de Agosto.

O Comando Territorial de Beja da GNR realça que “tendo por base o papel desenvolvido pela Guarda na atenuação do sentimento de exclusão social, cimentado pelos resultados obtidos no âmbito do Programa Idosos em Segurança e Operação Censos Sénior, a Guarda Nacional Republicana desenvolve tarefas de divulgação e facilitação nos procedimentos de candidatura, junto da população abrangida pelo referido programa”.

IN: Rádio Pax - 101.4 FM - BEJA

PCP Mértola preocupado com problemas na migração para a TDT

Emissor TDT de Mértola

A concelhia de Mértola do PCP, manifesta a sua preocupação com a forma como está a ser feita a migração da televisão analógica para a Televisão Digital Terrestre – TDT.
Em nota enviada à Rádio Pax, o PCP acusa os governos do PS e agora do PSD/CDS de entregarem à Portugal Telecom a implementação da TDT “sem garantirem que todos os portugueses tenham os mesmos direitos de acesso a esse serviço” pois “enquanto uns têm acesso à TDT com a aquisição de um aparelho pelo valor de 10 euros outros têm que gastar 138 euros na compra de uma antena parabólica para ter acesso ao mesmo serviço”.
No concelho de Mértola, segundo o PCP, grande parte da população da Freguesia de Corte do Pinto ficou sem poder ver qualquer canal de televisão. O Partido Comunista acusa a Portugal Telecom de tentar “impingir televisão paga”, através do MEO, às populações. Jorge Revez, membro da concelhia de Mértola do PCP, considera que a população de Corte do Pinto perdeu “qualidade de vida” e apela às entidades competentes e à Câmara que “tomem as medidas necessárias para que o problema seja resolvido”.


ÍN: Rádio Pax 101.4 FM - BEJA

sexta-feira, 1 de junho de 2012

PCP apresenta projecto de resolução sobre TDT

O Grupo Parlamentar do PCP apresentou ao Governo um projecto de resolução sobre a TDT- Televisão Digital Terrestre. De acordo com o Partido Comunista “a cobertura televisiva sofreu um forte revés no distrito de Beja, principalmente a partir do desligamento da Antena do Mendro”. O processo de instalação da Televisão Digital Terrestre(TDT) constituiu, segundo o PCP, um “acréscimo de despesas para os utilizadores, uma redução de qualidade do serviço (...) e uma falta de protecção aos direitos dos utilizadores por parte da entidade reguladora”.
Segundo a mesma fonte esta é uma situação verificada não só no distrito de Beja, mas em todo o País. Desta forma o Grupo Parlamento do PCP apresentou ao Governo um Projecto de Resolução.

Nesse documento, segundo João Ramos, deputado do PCP eleito por Beja, é recomendado ao Governo que “haja uma distribuição de sinal de televisão idêntica à que havia com o sinal analógico e que sejam reforçados os canais distribuídos”.

IN: Rádio Pax 101.4 FM - Beja - www.radiopax.com

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Migração da TDT deixou Presidente da Anacom sem televisão

Segundo a PT, a zona de Borba está coberta pelas transmissões de TDT, mas nem com dois codificadores instalados o presidente cessante da Anacom conseguiu ver a RTP 1.

José Amado da Silva termina hoje (ontem, 29 de Maio) o mandato como presidente da Autoridade Nacional das Comunicações (Anacom). Quando chegar o momento de fazer um balanço aos seis anos de mandato, dificilmente esquecerá a noite de 19 de maio: com dois descodificadores instalados em casa e com a garantia dada pela PT de que as transmissões de TV em sinal digital chegavam a Borba, eis que o responsável máximo “sentiu na pele” o que levou algumas populações do País a queixarem-se por não conseguirem captar o sinal de televisão por via hertziana depois da migração total do sinal analógico para a TDT.
Segundo o Jornal de Negócios, Amado da Silva, que já estava há um ano para lá dos cinco impostos pelo mandato, tendo liderado a Anacom durante o processo da migração da TV analógica para TDT, não conseguiu ver a final da Liga dos Campeões que pôs frente a frente Chelsea e Bayern.
Ao que rezam as crónicas, só quem tinha assinado um qualquer serviço de transmissão de TV por satélite conseguia captar a RTP 1 na zona de Borba.


IN: Exame Informática

Municípios alentejanos alertam para “falhas” da TDT em quatro concelhos

O presidente da Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA) alertou nesta terça-feira que existem “falhas” de cobertura da Televisão Digital Terrestre (TDT) em quatro concelhos da região, considerando a situação “pouco razoável”.



Em declarações à Agência Lusa, Armando Varela adiantou que os concelhos de Nisa, Crato, Castelo de Vide e Marvão são, actualmente, as zonas “mais problemáticas”. A situação afecta, “principalmente, o concelho de Marvão, com cerca de metade população sem cobertura” da TDT, alertou.

De acordo com o autarca, a CIMMA está a “compilar” todos os elementos de cobertura de sinal de TDT no distrito de Portalegre para marcar um “reunião de urgência” com a Autoridade Nacional das Comunicações (Anacom). “A meu ver, não me parece razoável que 50 anos depois de as pessoas terem televisão deixem de ter esse equipamento. Por isso, considero que não é uma situação razoável”, afirmou.

Segundo Armando Varela, também presidente da Câmara de Sousel, “não faz sentido” que exista, por exemplo, um concelho (Marvão) em que “metade” da população não tem sinal de televisão.

De acordo com os dados publicados no sítio da Internet da Anacom, os quatro concelhos registam um nível de cobertura de “100 por cento”, por via terrestre ou satélite.

No passado dia 14, a Anacom alertou para a importância de as pessoas comprarem equipamentos adequados para uma efectiva recepção de TDT, por via terrestre ou satélite, e assegurou que todas as pessoas em Portugal recebem sinal de televisão digital.

Na altura, fonte da Anacom disse à Lusa que a compra dos descodificadores “não é muitas vezes a adequada” para a localidade ou região, sendo importante, previamente, que as pessoas saibam se estão numa zona sombra ou verde (os interessados podem ligar para o número gratuito 800 200 838 ou consultar a página dedicada à TDT).

Em Março, a Anacom anunciou que se encontra também em vigor a atribuição de um subsídio de 61 euros para os serviços de instalação dos descodificadores de TDT dirigidas a “todas as famílias referenciadas pela rede da Segurança Social”.

IN: Público