sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Castelo de Vide já tem emissor TDT

Emissor TDT - Castelo de Vide
 
Portugal estava coberto por um conjunto de emissores de grande alcance, o emissor da Serra de S. Mamede, era um dos principais do Alentejo. Agora, com a entrada da TDT, a sua morte era evidente, mas muitos problemas se levantaram, o sinal TDT era fraquíssimo nessa região. Depois, de inúmeras queixas de populares e autarcas junto das autoridades “destinadas” ao controle do espectro e de algumas críticas vindas de alguns políticos, Castelo de Vide, foi mais uma das localidades a receber um emissor TDT. É de referir, que esta localidade estava coberta por um repetidor analógico, agora no topo da antena da PT, junto à Capela de Nossa Senhora da Penha, está um repetidor digital.


Emissor analógico antigo
 
 
Emissor de São Mamede
 

Texto e Fotos: José Moreira - TDT no Alentejo

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Reportagem:“Se me tiram a televisão, tiram-me a vida”

Em seguida publicamos uma reportagem especial produzida pelo jornal "Diário do Alentejo". Vale a pena ler com atenção!



Aldeia Nova da Favela, Messejana e Canhestros são apenas três exemplos de localidades do distrito de Beja onde continuam a registar-se problemas com a migração para a televisão digital terrestre (TDT), passados que estão quase seis meses sobre a conclusão do processo que ditou a cessação da emissão televisiva analógica terreste. As populações queixam-se de falhas frequentes de sinal de TDT, mesmo depois de terem gasto dinheiro em descodificadores, antenas e até televisores. Várias autarquias já procederam ao levantamento das situações concretas de anomalias e tentam agora, através de acordos firmados com a Anacom – Autoridade de Comunicações (a entidade coordenadora do processo de transição) e com a Telecom (a empresa responsável pela instalação da infraestrutura de rede), encontrar solução para o problema.



Texto Nélia Pedrosa Fotos José Ferrolho



Sentado no poial à porta de casa, no Monte da Oliveirinha (Ourique), indiferente ao frio e ao céu carregado de densas nuvens negras, Francisco de Matos faz a barba tranquilamente. Bacia com água e pincel pousados no chão, lâmina de barbear numa mão, espelho apoiado nas costas de uma cadeira colocada à sua frente. Funcionário público aposentado da Câmara Municipal de Ourique, onde trabalhou durante 33 anos nos mais variados serviços – “andei espalhando alcatrão aí por essas estradas, numa máquina, andei abrindo valetas, fui jardineiro no castelo” –, o septuagenário preenche os dias cuidando “do hortejo e de duas ovelhinhas” e ajudando a mulher, atualmente a recuperar de uma cirurgia que lhe deixou algumas mazelas.
Agora que já não saem “para lado nenhum”, porque “a idade” de ambos e os problemas de saúde de Adélia “já não o permitem”, a televisão é uma das principais distrações do casal, principalmente à hora de almoço e ao serão. Adélia delicia-se com a Júlia Pinheiro, “com a forma como ela fala com as pessoas”, e com as telenovelas da TVI. Francisco aprecia as touradas e os noticiários. Mas desde que fizeram a migração para a televisão digital terrestre (TDT), raro não é o dia em que não se deparam com falhas na receção do sinal.
“Fico aborrecido por não se ver nada. À noite, ao serão, às vezes está a dar uma novela, ou outra coisa qualquer que gostamos de ver, e depois aparece um quadrozito, por vezes letras, estamos ali um quarto de hora, meia hora, e a imagem não regressa, então desligamos e vamo-nos deitar, é o que a gente faz. Até já disse à mulher que o melhor é levar a televisão lá além para o balde do lixo, assim acabava-se com isso”, diz Francisco de Matos.
Em “descodificadores, cabos e antenas“, o casal Matos, a filha e o genro, que vivem na casa ao lado, gastaram “cerca de 200 euros”. No caso da filha, acresce à conta uma nova televisão. “Disseram para comprarmos uma televisão das novas, que tem tudo incluído, que se via bem, que não havia problema. Não há problema? Acontece o mesmo que à do meu sogro, que é velha. É a mesma coisa”, lamenta o genro, Alberto Samora.
Do Monte da Oliveirinha avista-se a Aldeia Nova da Favela, também conhecida por Favela Nova, localidade da freguesia de Ourique habitada por poucas dezenas de pessoas, na sua esmagadora maioria idosas e que se distribuem apenas por duas ruas – “a rua principal [rua Engenheiro Sena Cabral] e a rua da Igreja”. Aqui também as queixas de frequentes falhas de sinal se repetem.
Irene Guerreiro, 83 anos, que caiu na tarde do dia anterior, magoando uma perna, repousa na cozinha, impedida que está de fazer grandes movimentos. Se a televisão já lhe fazia companhia enquanto tratava dos seus afazeres domésticos, nos próximos dias ainda lhe deverá fazer mais. “É uma grande companhia, principalmente no inverno, porque sou só eu e o meu marido”, diz entre queixumes de dor.
“Com a perna assim vai ser complicado. Vai passar mais tempo em casa e precisará mais da televisão para lhe fazer companhia. Agora que estou de férias sempre estou mais acessível durante o dia, se não fosse assim só passaríamos à noite”, acrescenta a nora, Inês Ramos de 35 anos, também ela afetada pela falta de sinal de TDT. “Sinceramente custa-me mais por causa das miúdas, uma tem oito anos e a outra tem três. E o meu marido também gosta de ver televisão. Eu não ligo muito, nos telejornais também só dão desgraças. Mas também não estou para por televisão paga, eu e o meu marido não temos ordenado para isso”, conclui.
À Junta de Freguesia de Messejana, no concelho vizinho de Aljustrel, já chegou um número significativo de reclamações a dar conta de dificuldades na receção do sinal de TDT. Edeme Correia, 84 anos, que encontramos na praça 1.º de Julho a caminho da mercearia, é uma das queixosas. Mas não o faz só a pensar em si, porque não é “egoísta”, vai logo avisando. Fá-lo também a pensar nos seus conterrâneos de parcos recursos, que não podem gastar “20 ou 25 euros por mês” por um serviço de televisão paga, neste momento “a única forma de se poder ver televisão sem problemas” [a TDT não afeta os serviços de televisão por subscrição]. “Eu não falo só por mim, falo é pelas outras pessoas, porque graças a Deus ainda podia pagar, mas há pessoas que não podem. Então uma pessoa que tenha uma reforma de 250 euros, pode estar tirando 20 ou 25 euros todos os meses por causa da televisão, e então o resto? Medicamentes e às vezes já fraldas, e essas coisas todas. Tudo custa dinheiro”.
Como durante o dia anda “a serigaitar pelas ruas”, entre “visitas a amigos e a doentes a residir no lar”, é nos períodos em que prepara as suas refeições e ao serão que mais vê televisão, ou melhor, que tenta ver, ironiza. “As falhas de sinal acontecem mais à noite. Mas há três dias que vejo bem. Depois sou capaz de estar quatro, cinco dias sem ver. Vejo um bocado, depois começam aquelas trapalhadas, parece roupa lavada pendurada na corda. E fico sem sinal, acabo por desligar e deixar-me dormir, mas aborrece porque sempre gosto de ver a telenovela ‘Louco amor’, da TVI, e as outras que dão a seguir, assim como o noticiário”. A viver sozinha, há dias em que acaba por ir ver televisão a casa do irmão, que “tem os canais todos”. Mas com a chegada do inverno, e das noites frias, diz, as saídas noturnas acabarão: “Depois não posso vir às 10, 11 horas da noite para casa, que é quando acabam as novelas, porque já está muito frio”.
Com uma modesta reforma e a viver sozinha, Mariana Salgueiro, de 84 anos, é uma das conterrâneas de Edeme Correia que não se pode dar ao luxo de subscrever um serviço pago de televisão. Por isso, quando o aparelho começa a ficar “com listas encarnadas”, aproveita para fazer “um pouquinho de croché, se ainda é cedo”, para ler uma revista herdada de uma das irmãs ou para rezar. “A televisão é a minha companhia, como não tenho gatos, nem gatas, é a televisão. As minhas vizinhas todas, e as minhas irmãs, têm televisão paga, com quarenta e tal canais, mas a mim só me interessam os quatro, e a dois [RTP 2] quase nunca vejo”. Mas pior, diz, estão as pessoas “que moram nos montes isolados”, sem vizinhos por perto. “A gente aqui ainda tem uma vizinha ou outra, mas aquela gente que vive em montes isolados, quando fica sem televisão, vai ver o quê? Isto que fizeram [a migração para a TDT] é, na verdade, uma tristeza”, desabafa.
Marisa Gonçalves, que vive a escassos metros de Mariana Salgueiro, à reclamação entregue na Junta de Freguesia de Messejana acrescenta um sem número de telefonemas feitos para o número disponibilizado pela Telecom (empresa responsável pela instalação da infraestrutura de rede necessária para cobrir todo o País com televisão digital) para tratar de assuntos relacionados com o processo de migração. Num dos últimos contactos foi aconselhada “a comprar mais um aparelho para amplificar a intensidade da rede”, mas mesmo assim ainda teria que adquirir uma antena parabólica “para resolver o problema”. “Nós comprámos uma antena e dois descodificadores, gastámos cerca de 150 e 200 euros. Este novo aparelho de que falaram e a antena parabólica não sei quanto custam, mas eles é que deviam resolver o problema”, diz a animadora sociocultural de 32 anos. Marisa vai continuar a aguardar pela resolução do problema, mas não sabe por quanto tempo. “Sou apologista de esperar mais algum tempo mas se não se resolver em alguns meses terei que optar pela televisão paga”, diz, quase resignada.
Seguimos para Canhestros, no concelho de Ferreira do Alentejo, onde o assunto do dia é o rebentamento da caixa automática instalada na junta de freguesia. Os assaltantes não conseguiram levar o dinheiro mas deixaram atrás de si um rasto de destruição. Joaquim Maia, 49 anos, um dos funcionários da autarquia, mostra-nos as janelas, portas e estores destruídos ao mesmo tempo que vai dando conta da sua experiência com a TDT: “Já mudei de antena, já meti cabos e mais um aparelho que eles dizem que reforça o sinal, nem faço ideia do que já gastei, se calhar uns 200 euros. Às vezes a gente está com a cegueira de ver um programa qualquer e é quando a televisão fica cheia de manchas, vermelhas, azuis, e a imagem a desaparecer. Pode estar assim cinco minutos, como pode estar dois, incomoda e muito”.
O que também incomoda, diz, são os comerciais dos operadores privados de televisão “que insistem, batem à porta das pessoas dia e noite, para as pessoas aderirem”. “Eu não faço intenções de aderir. Mas há pessoas na aldeia que já o fizeram, saturadas que estão de não verem televisão”.
“Se me tiram a televisão, tiram-‑me a vida”. As palavras de Eglantina Moderno, 76 anos, demostram bem a importância que a “caixinha mágica” tem no seu dia a dia. Viúva há 11 anos e com os quatro filhos já independentes, a televisão tornou-se a sua “companha”, a sua principal distração, uma vez que por questões de saúde pouco pode fazer. “Não posso estar muito tempo de pé, são dores nos joelhos, na coluna, em todo lado. Deixei de poder fazer a comida. Sempre limpo o pó, mas pouco, e assim vou indo”, diz, ainda abalada com a notícia da tentativa de assalto à caixa multibanco da sua aldeia.
Os seus gostos televisivos vão da telenovela “Dancing Days”, da SIC – “adoro a minha júlia” [personagem principal] – ao telejornal, embora “pouco” perceba, passando pela tourada, algo que aprendeu a apreciar com o marido. “A graça que isto tem é que eu nem gostava de tourada. O cavalo sofria, o touro sofria, o homem sofria, e eu sou muito coração mole. Mas o meu marido era capaz de ir lá fora se fosse preciso para ver uma tourada, e eu comecei a ver com ele. Então não é que encegueirei? Agora não falho uma, principalmente quando é com o meu primo segundo, o toureiro Luís Rouxinol. Ele é um artista”.



Autarquias identificam centenas de anomaliasOurique, Santana da Serra, Panoias, Garvão e Conceição são as localidades do concelho de Ourique “onde as falhas de sinal de TDT incidem mais”, adianta ao “Diário do Alentejo” o presidente da câmara municipal. “O processo TDT continua com falhas. Há uma zona sombra em que as pessoas têm que adquirir equipamentos de captação via satélite e algumas delas não têm condições para o fazer. Por outro lado, por razões meteorológicas ou por falhas técnicas, há perdas constantes de sinal”. De acordo com Pedro do Carmo, de uma reunião realizada em agosto último resultou um acordo com a PT, sendo que “no prazo de uma semana a empresa irá efetuar em todos os locais que a câmara indicou medições de sinal”. “Depois de chegar à conclusão, caso a caso, se é falta de sinal, e aí temos que ir para a captação via satélite, ou se é algum defeito na instalação, as situações serão ultrapassadas”, assegura, adiantando que até ao momento foram identificadas “três centenas de situações”.
“Preocupante”. É assim que o presidente da Câmara de Aljustrel apelida a situação atual do concelho em termos de receção de sinal de TDT. “Temos muitos sítios do território em que há problemas da mais variada ordem, mas o mais confrangedor é sabermos que são territórios de baixa densidade, com pessoas muito idosas, que não têm a mesma disponibilidade para as novas tecnologias que outras gerações”. Nelson Brito considera que todo este processo acaba por ter “consequências muito graves”: “Volvidos estes anos todos as pessoas não têm direito à televisão, que é de facto um meio de informação por excelência, que em muitos sítios recônditos coloca as pessoas em contacto com o mundo. Retrocedemos 30, 40 anos nesta questão. Temos neste momento sítios onde as pessoas ouvem rádio para estarem ligadas ao mundo”. A câmara, em conjunto com as juntas de freguesia, está a proceder ao levantamento “de situações concretas de anomalias detetadas na receção do sinal da TDT”, que depois encaminhará para a Telecom e para a Anacom, entidades a quem já solicitou reuniões. Até ao momento as autarquias receberam “mais de 600 reclamações”.
O “Diário do Alentejo” tentou ainda obter declarações junto do presidente da Câmara de Ferreira do Alentejo, mas tal não foi possível em tempo útil. NP
Texto e Fotos: Diário do Alentejo

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Há um suicídio a cada 4 horas



A cada quatro horas suicida-se uma pessoa em Portugal. Dados da Sociedade Portuguesa de Suicidologia indicam que nos últimos 29 anos (entre 1980 e 2009) puseram termo à vida 62 640 pessoas, verificando-se um aumento deste tipo de morte na última década. Porém, estes números podem ficar aquém da realidade, com os especialistas a admitirem que o problema é mais grave porque muitos suicídios não entram nas estatísticas. E actualmente há milhares de pessoas em situação risco.
O alerta foi feito por especialistas no encontro que decorreu segunda-feira, Dia Mundial da Prevenção do Suicídio, em Santiago do Cacém, uma das regiões onde a taxa de suicídio é maior.
No encontro participaram médicos, enfermeiros, técnicos de acção social, psicólogos e as equipas das Unidades Móveis de Saúde de Santiago do Cacém e de Odemira, que percorrem as freguesias dos dois concelhos junto das populações mais isoladas e sem acesso aos cuidados de saúde.
O médico de saúde pública Mário Jorge Santos, um dos fundadores da Sociedade Portuguesa de Suicidologia, que participou no evento, afirmou ao CM que actualmente há "milhares de idosos" que vivem isolados no Alentejo que estão em risco de suicídio.
"Estes idosos já viviam isolados, mas ficaram ainda mais sós quando perderam a televisão, única companhia que tinham, quando a televisão passou do sinal analógico para o digital, para o TDT", sublinhou o especialista. Acrescentou que esta grave situação não afecta apenas os idosos alentejanos, mas "muitos milhares de idosos" de norte a sul do País.
As famílias e os indivíduos que enfrentam problemas económicos, o desemprego, as dívidas e a falta de meios de subsistência são os factores que funcionam como "o gatilho" para quem se vê desesperado. O problema social tende a agravar ainda mais.
 
AUMENTAM CASOS DE HOMICÍDIO E DE SUICÍDIO
A grave crise económica que afecta os portugueses pode ser a razão que explica o aumento do número de mortes violentas – homicídios seguidos de suicídios – que se têm vindo a registar nos últimos tempos em Portugal, segundo afirma ao CM o especialista Mário Jorge Santos. A somar a estes casos estão as mortes na estrada. Segundo o médico, não há forma de saber se os despistes, colisões e as quedas nas falésias são suicídios, porque nas estatísticas entram como acidentes.
 

TDT: mantêm-se problemas de recepção

Cinco meses após o “apagão analógico” realizado no nosso país, ainda há zonas com problemas de recepção das emissões de TDT por via terrestre, não permitindo assim a visualização a tempo inteiro dos quatro canais nacionais. É o caso de 6 freguesias de Santiago do Cacém (Alvalade, Cercal do Alentejo, Ermidas-Sado, São Bartolomeu da Serra, São Domingos e Vale de Água – num total de cerca de 3 mil pessoal), onde existe uma recepção deficiente em dias com condições climatéricas adversas. É o caso também de milhares de casas em 4 freguesias nos arredores de Viana do Castelo (Vila Praia de Âncora, Afife, Carreço e Areosa), por se encontrarem em zonas “brancas”, ou seja sem cobertura terrestre.

IN: Tele Satélite

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

SIC e TVI propuseram fecho da RTP 2 e ficar com dois novos canais em TDT


Proposta foi entregue ao primeiro-ministro em Junho. Privados querem ainda partilhar meios de produção. E o fim da publicidade na RTP 1.


A SIC e a TVI juntaram-se e fizeram uma proposta ao Governo no âmbito da privatização da RTP. Nessa proposta, que foi apresentada ao primeiro-ministro, os operadores privados propõem o encerramento da RTP 2, o fim da publicidade na RTP 1, a atribuição de duas novas licenças em TDT (uma para a SIC, outra para a TVI) e a partilha de meios de produção entre as três empresas. O Governo não deu ainda resposta aos privados.



In http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=576503&pn=1

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

TDT: subsidiação prolongada até 31 de Dezembro próximo

A Anacom informa, num comunicado disponível no seu site, ter aprovado no passado dia 23 de Agosto “a decisão final relativa à prorrogação - até 31 de Dezembro de 2012 - do prazo de vigência dos programas de subsidiação e de comparticipação no âmbito da televisão digital terrestre (TDT). Estão em causa o subsídio para aquisição de um equipamento descodificador para recepção dos serviços disponíveis, o subsídio de instalação para recepção do sinal digital e a comparticipação de instalações nas zonas abrangidas por meios de cobertura complementar (DTH). Mais informa que “em consequência, a PT Comunicações, S.A. (PTC) deverá conformar os seus procedimentos de informação sobre estes programas com o teor da decisão agora adoptada”.

IN: Tele Satélite

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Almodôvar faz levantamento dos problemas com a TDT


Foto: José Moreira
 
A Câmara Municipal de Almodôvar e as Juntas de Freguesia do concelho têm disponível, até final do mês, um questionário dirigido aos munícipes que residam numa zona que não esteja coberta pelo sinal de Televisão Digital Terrestre (TDT) ou que, habitando numa zona coberta pelo sinal digital, sintonizem deficientemente as respectivas emissões. A iniciativa pretende inventariar os problemas sentidos que serão depois comunicados às entidades competentes. 

IN: Rádio Pax - BEJA

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Moura já tem emissor TDT

Emissor TDT - Moura
 
Mesmo antes do início oficial do arranque das emissões regulares da TDT, o
TDT no Alentejo, tinha alertado que o Concelho de Moura estava com graves
problemas de receção do sinal digital de televisão, após várias queixas das
diversas autarquias, a PT resolveu ampliar o sinal através da colocação de 2
elementos emissores dentro da cidade de Moura, mesmo no cimo da torre de
comunicações da PT, orientados para as localidades de Póvoa de S. Miguel e
Amareleja. O TDT no Alentejo  recomenda a reorientação das antenas recetoras
dos habitantes residentes na cidade e nas povoações periféricas. Se estiver
dentro da cidade e o sinal deste emissor não chegar em condições,
recomendamos a orientação da antena para o mendro.

Texto e Foto: José Moreira . TDT no Alentejo

Interferências da tecnologia 4G anula os sinais digitais de TDT em Beja

Interferências da tecnologia 4G anula os sinais digitais de TDT em Beja
 
Emissor TDT de Beja  - Foto: José Moreira
 
Segundo as últimas informações recebidas por técnicos credenciados, o sinal de TDT está a sofrer interferências dentro da cidade de Beja e em zonas periféricas, sendo assim algumas zonas da cidade têm graves problemas de receção, são elas Mira Serra, Bairro dos Falcões, Escola Secundária D. Manuel I. Segundo, o que o TDT no Alentejo pôde apurar as zonas assinaladas estão a 150/200 metros de uma antena onde está a emitir o sinal LTE/4G. Para minimizar as interferências, as cablagens dos prédios e as respetivas centrais estão ser analisadas, nalguns casos, é necessário “blindar” a instalação, noutros é necessário afinar as centrais de receção do sinal. Por vezes, mesmo após a intervenção técnica, o sinal de TDT da Espanha é anulado e o sinal de TDT PT é muito baixo.
As instâncias superiores foram já avisadas, mas até, aos dias de hoje, apenas os instaladores da zona têm minimizado as interferências diagnosticadas.
Para perceber melhor este fenómeno, o TDT no Alentejo, transcreve um excerto da publicação do boletim informativo da Televés.
“Com o apagão analógico os operadores não perderam tempo e começaram a emitir com a frequência dos 800MHz (ex canal 60). Interferências nos sinais TDT começam a aparecer. Em zonas onde o sinal do LTE/4G é forte e/ou a orientação da antena de UHF fica apontada na mesma direção do emissor LTE é possível que o sinal LTE/4G originem interferências ou mesmo ausência total do sinal de televisão. Isto deve-se ao facto da existência de instalações com sistemas de amplificação de banda larga (470MHz-862MHz) instalados, amplificarem também o LTE (800MHz) e assim elevando-o para níveis muita das vezes superiores ao sinal da TDT. Se o sinal LTE for suficientemente alto podem saturar os sintonizadores.”
 
José Moreira - TDT no Alentejo

TDT no Alentejo de regresso

Caros leitores, o TDT no Alentejo está de regresso, após umas merecidas férias. Pedimos desculpa pela ausência. Regressamos agora, como sempre, atentos ao que se passa em torno da TDT, em especial no Alentejo.

A Administração